A eliminação do Cruzeiro diante do Atlético-MG nas quartas de final da Copa do Brasil, na noite desta terça-feira (1º), deixou um amargo sabor de perplexidade no torcedor celeste. Jogando na Arena MRV, a Raposa viu o rival virar o placar para 2 a 1 (3 a 2 no agregado) e avançar na competição no momento em que o técnico Artur Jorge terminou o clássico sem a sua principal espinha dorsal em campo.
As estrelas Gerson, Matheus Pereira e Kaio Jorge viram a virada do banco de reservas após o comandante apostar em uma formação ofensiva recheada de garotos da base.
Após a expulsão do zagueiro Lucas Villalba aos 15 minutos do segundo tempo, o treinador celeste sacou os três principais nomes do elenco — que juntos custaram R$ 239 milhões em investimentos — para mandar a campo os jovens Néiser Villarreal (21 anos), Keny Arroyo (20 anos) e Kaique Kenji (20 anos).
Sem conseguir sustentar a recomposição defensiva nem encaixar os contra-ataques planejados, o trio jovem foi dominado na reta final, facilitando a pressão do Atlético que culminou nos gols da classificação alvinegra.
Em coletiva após a partida, o técnico português justificou as mudanças drásticas em meio ao cenário adverso:
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