A gerente de futebol da equipe feminina do Cruzeiro, Luiza Parreiras, abordou a preocupante série de lesões que afetaram o elenco nos últimos meses. Em 2026, seis jogadoras foram diagnosticadas com rompimento do Ligamento Cruzado Anterior (LCA), um problema que vem impactando o desempenho e a formação da equipe.
A primeira atleta a sofrer essa lesão foi Milena, em 16 de abril, seguida por Gaby Soares em 29 de abril. O quadro se agravou com as lesões de Ravenna, Tainara e Laura Felipe, ocorridas em maio, e a mais recente, de Paloma Maciel, em 17 de junho. Este cenário tem exigido uma atenção redobrada por parte da comissão técnica e do departamento médico do clube.
Luiza Parreiras elogiou a organização do departamento médico, liderado pelo Dr. Sérgio Campolina, ressaltando que todos os procedimentos médicos são padronizados e seguidos de forma rigorosa. A gerente destacou a importância de um acompanhamento individualizado de cada atleta, que tem permitido uma análise detalhada das condições físicas e das possíveis causas das lesões.
Além disso, Parreiras explicou que todas as cirurgias dos atletas são realizadas exclusivamente pela equipe médica do Cruzeiro. A decisão de tratar Paloma no clube, mesmo após sua lesão com a Seleção Brasileira, exemplifica a confiança na competência do departamento médico e a boa relação estabelecida com a coordenação da seleção.
Atualmente, o Cruzeiro conta com sete jogadoras em tratamento por ruptura de LCA, o que representa mais de 20% do elenco. Entre essas atletas, seis já passaram por cirurgia, destacando a gravidade da situação. A atacante Sandoval, que se lesionou em julho de 2025, ainda não retornou às atividades.
O departamento médico é responsável não apenas pelo diagnóstico e cirurgia, mas também pelo acompanhamento pós-operatório, que é fundamental para a reabilitação das jogadoras. Parreiras finalizou enfatizando que as avaliações diárias são essenciais para garantir a recuperação e o retorno seguro das atletas ao time.
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