O Cruzeiro se prepara para um confronto decisivo contra o Boca Juniors, marcado para o dia 19 de maio, e está atento à arbitragem que será escalada para a partida na Argentina. O clima no clube é de insatisfação em relação às atuações dos árbitros na competição, especialmente após a expulsão do jogador Keny Arroyo no duelo contra a Universidad Católica, que gerou críticas tanto do técnico Artur Jorge quanto dos atletas.
A expulsão de Arroyo, ocorrida no início do segundo tempo, foi considerada um erro pela diretoria do Cruzeiro, que planeja notificar a Conmebol oficialmente sobre o episódio. A expectativa é que um árbitro experiente seja designado para o próximo jogo, dado o impacto que a arbitragem já teve nos confrontos recentes, incluindo o embate anterior entre as duas equipes, que terminou em polêmica e tensão no Mineirão.
Atualmente, o Cruzeiro ocupa a segunda posição do grupo com sete pontos, um à frente do Boca Juniors, após acumular duas vitórias, um empate e uma derrota. O histórico recente entre os clubes, marcado por uma expulsão no jogo anterior e um clima tenso, acrescenta importância ao próximo confronto. A vitória da Raposa por 1 a 0 em Belo Horizonte ainda ressoa, especialmente com a pressão que a equipe argentina enfrenta na tabela.
Em resposta às situações adversas, o Cruzeiro intensificou suas orientações internas sobre as regras de arbitragem, visando reduzir cartões desnecessários e aprimorar a leitura de jogo dos atletas. Essa estratégia busca preparar os jogadores para uma melhor adaptação às decisões dos árbitros, tanto da Conmebol quanto da CBF.
Além disso, o clube tem se empenhado em fortalecer suas relações nos bastidores, especialmente com a CBF, a fim de garantir que a comissão de arbitragem preste mais atenção aos casos envolvendo a equipe. Com o jogo contra o Boca Juniors se aproximando, a gestão do elenco e a preparação tática serão fundamentais para buscar um resultado positivo na Bombonera.
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