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4/5/2026 18:05

Cruzeiro vê defesa ruir, amarga números de Z-4 e desafia própria instabilidade

Com 24 gols sofridos em 14 rodadas, o Cruzeiro tem a segunda pior defesa do Brasileirão. A média de 1,7 gol por jogo acende o alerta para o duelo na Libertadores.

Cruzeiro vê defesa ruir, amarga números de Z-4 e desafia própria instabilidade
O Cruzeiro vive um verdadeiro impasse tático que ameaça suas pretensões na temporada. Após levar 3 a 1 do Atlético-MG no último clássico, a Raposa confirma uma estatística indigesta: é a segunda defesa mais vazada do Campeonato Brasileiro. Com 24 gols sofridos em apenas 14 rodadas, o time mineiro ostenta uma média alarmante de 1,7 gol por partida — desempenho que só não é pior que o de Botafogo e Chapecoense.

Nos bastidores da Toca da Raposa, o sinal de alerta está no volume máximo. A equipe de Artur Jorge até tentou ensaiar uma reação ao vencer Remo e Boca Juniors sem ser vazada, mas a consistência defensiva se provou um acordo travado com a insegurança. Ao todo, são 36 gols sofridos em 29 jogos no ano, uma média de 1,2 que contesta qualquer estabilidade do sistema montado pelo treinador português. O dado mais crítico? O Cruzeiro hoje defende tão mal quanto o Remo, que amarga a 18ª posição na tabela.

Artur Jorge tem apostado na dupla Fabrício Bruno e Jonathan Jesus, mas as falhas individuais e coletivas seguem punindo o elenco. No gol, o revezamento entre Otávio e Matheus Cunha ainda não trouxe a segurança necessária para estancar a sangria. O capitão da equipe já admite que o grupo "pecou" em momentos cruciais, especialmente em clássicos e jogos de peso.

Agora, o Cruzeiro desafia esses números em solo estrangeiro. Nesta quarta-feira (6), o time encara a Universidad Católica, no Chile, precisando de um ferrolho eficiente para não se complicar na Libertadores. Em jogo está não apenas a classificação, mas a confiança de uma torcida que já começa a cobrar uma postura mais sólida e menos exposta. Se não fechar a cozinha, a Raposa corre o risco de ver a temporada degringolar por conta de uma ineficiência defensiva que, em progressão geométrica, já beira o insuportável.

204 visitas - Fonte: Cruzeiro Web




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