O Cruzeiro enfrentou a Universidad Católica na noite de quarta-feira, no Mineirão, atraindo 43.929 torcedores ansiosos pelo retorno da Raposa à Libertadores. Após uma vitória na estreia contra o Barcelona em Guayaquil, os mineiros entraram em campo como favoritos, mas sofreram uma surpreendente derrota por 2 a 1.
O jogo começou com uma dinâmica favorável ao Cruzeiro, que fez uma boa pressão nos primeiros minutos. No entanto, a equipe foi incapaz de manter a intensidade, permitindo que a Católica se organizasse em campo e criasse oportunidades, culminando no gol de Giani aos 29 minutos do primeiro tempo.
Apesar de dominar a posse de bola, com 62%, e registrar mais finalizações em relação ao adversário, o Cruzeiro viu a Católica se aproveitar de uma bola parada para abrir o placar. A equipe mineira respondeu no segundo tempo com um pênalti convertido por Matheus Pereira, igualando a partida e reacendendo a esperança dos torcedores.
No entanto, a pressão do Cruzeiro não se traduziu em vantagem no placar. Com um desempenho coletivo que oscilou entre bons momentos e falhas defensivas, o time teve uma chance clara de virar o jogo, mas William e Christian não conseguiram concluir de maneira efetiva.
O desfecho da partida foi dramático. Nos acréscimos, um erro defensivo permitiu que Martínez, que havia acabado de entrar em campo, marcasse o gol da vitória para a Católica aos 48 minutos, deixando os jogadores do Cruzeiro e seus torcedores em um estado de frustração.
A derrota em casa coloca o Cruzeiro com apenas 3 pontos, mantendo-o na segunda posição do Grupo D, atrás do Boca Juniors, que possui seis pontos. O próximo desafio da equipe será contra o Boca, no dia 28 de abril, onde o resultado será crucial para suas aspirações na competição.
Após a partida, a desilusão foi palpável entre os jogadores e torcedores. A expectativa era alta, mas a performance instável expõe a necessidade de ajustes táticos e uma gestão de elenco mais eficaz para enfrentar os desafios da Libertadores.
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