Atleta Marcão: pai de Gerson rouba a cena na chegada do filho ao Cruzeiro Contratado pelo Cruzeiro , Chico da Costa foi apresentado nesta segunda-feira. O centroavante falou sobre a passagem pelo Mirassol, a “casca” que ganhou na trajetória pelo exterior e revelou que, antes do acerto, teve um contato com Eduardo Brock. O zagueiro, campeão da Série B pela Raposa, foi companheiro dele no Cerro Porteño. + ? Clique aqui e siga o canal da torcida do Cruzeiro no WhatsApp! Mais notícias do Cruzeiro Atleta Marcão: pai de Gerson rouba a cena no Cruzeiro e reforça alcunha criada com ironia de Bap O centroavante usará a camisa 91 no Cruzeiro e chega após pedido do técnico Tite por um centroavante de área no elenco. O jogador disse que a situação também pesou no acerto. "Um treinador como o Tite acaba tendo um significado especial. Quando apareceu a oportunidade e soube que tinha sido um pedido da comissão, a gente sente uma segurança para trabalhar, porque a gente está respaldado." - Imagine o peso desse acontecimento quando é o Tite. Me sinto privilegiado de estar aqui, também respaldado, mas com muita vontade de trabalhar. (...) Feliz com a oportunidade, porque sei o tamanho do Cruzeiro, o quanto é importante é este ano. Trabalhar para honrar essa oportunidade, porque é um privilégio jogar no Cruzeiro. Além do respaldo de Tite, Chico da Costa foi incentivado por Eduardo Brock a fechar com o Cruzeiro. Atualmente no Novorizontino, o zagueiro foi um dos líderes no título na Série B de 2022 e deixou o clube para defender o Cerro Porteño, onde foi companheiro do novo atacante da Raposa. - Ouvir dele foi muito bom, porque ele elogiou não a instituição, mas o dia a dia do clube. Escutar dele que é um clube acolhedor, que são profissionais agradáveis, foi muito importante - disse Chico da Costa sobre a conversa com Eduardo Brock em relação à Raposa.
Apesar de chegar para ser um jogador com mais presença de área, Chico da Costa explica que conseguiu agregar características ao próprio estilo de jogo ao longo da carreira. Ele está com 30 anos. - Sempre fui centroavante, aprendi a jogar como referência. Entendemos a função como finalizador, a posição onde termina a jogada. Somos exigidos sempre pelos gols, uma responsabilidade que temos na carreira. "Eu gosto disso, mas também participo bastante do jogo, fui entendendo o jogo com e sem a bola, estudando o futebol ao longo da carreira. Também sei jogar compacto, na parte ofensiva e na defensiva."
Chico da Costa foi revelado na base do Athletico-PR, mas não conseguiu se firmar no Brasil, após passar por clubes de menor expressão. Passou pelo México, mas brilhou no Paraguai e, principalmente, na Bolívia. Foram oito anos no exterior, até ser contratado pelo Mirassol. O atacante explica o que traz de melhor do longo período longe do país natal. "Lá fora eu aprendi a trabalhar. Não é que o brasileiro não trabalha. O brasileiro é talentoso, leva isso para o campo e é muito bonito, mas eu aprendi a cultura de respeitar o trabalho, dar valor ao trabalho."
"Eu, quando mais novo, não pensava tanto assim. Sempre fui muito alegre, mas as vezes esquecia de concentrar no que precisava fazer. A gente acaba negligenciando um pouco por conta do talento. Hoje eu me considero muito mais profissional, mais maduro e mais consciente. Estar sozinho também faz criar casca, é algo positivo que eu posso trazer para dentro do Cruzeiro. Não gosto de perder nada no dia a dia, gosto de aproveitar ao máximo o meu tempo aqui, te dá tudo que precisa." "(...) Tive uma trajetória um pouco solitária, porque encontrei poucos brasileiros, mas eu peguei casca, amadureci como atleta e me pessoa. "
A chegada no Mirassol aconteceu no meio do ano passado, por empréstimo do Cerro Porteño. O começo foi avassalador, com quatro gols em cinco jogos. Depois, teve pequenos problemas de lesão e terminou a temporada sob jejum de dez partidas. Chico da Costa falou sobre a situação, relatando divergências com o clube, mas agradecendo pela oportunidade. - Tive algumas situações no Mirassol em que eu não estive de acordo. Coisas internas, sempre fui profissional. Sou muito agradecido a todos os profissionais, inclusive ao Rafael (Guanaes), com quem falei muito de frente e que me ajudou na carreira. Temos que pegar os pontos positivos e ser agradecidos. Mirassol é um clube que me fez voltar ao Brasil, ainda que eu não estivesse de acordo com algumas coisas no final. Considero como uma passagem vitoriosa. Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv



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