Ex-presidente do Cruzeiro relembra tentativa de contratar Martín Palermo Martín Palermo viveu o auge da carreira com a camisa do Boca Juniors, do qual é o maior artilheiro da história com 237 gols. A história de “El Loco” – um dos apelidos do atual treinador do Fortaleza e adversário da Raposa neste sábado - poderia ter sido outra se o Cruzeiro tivesse avançado em tentar contratar, o até então, jovem atacante do Estudiantes, em 1996. + ? Clique aqui e siga o canal da torcida do Cruzeiro no WhatsApp! Mais notícias do Cruzeiro Jardim tenta evitar maior jejum no Cruzeiro Argentino de La Plata, Martín Palermo foi revelado pelo Estudiantes, pelo qual torce. As atuações pelo clube argentino chamaram a atenção também no Brasil e renderam uma indicação ao Cruzeiro , em 1996. Foi o então empresário Carlos Arini que sugeriu o nome. - Foi apenas uma indicação para um empresário amigo, pois sempre acompanhei o futebol argentino. Fato normal no futebol. Palermo jogava no Estudiantes, mas era jovem e optaram por outra opção. Depois ele explodiu no Boca - contou ao ge . Arini conta que não chegou a ter nenhum contato com a diretoria do Cruzeiro na época e nem foi procurado para tratar do tema. Palermo chegaria para o lugar de Marcelo Ramos, ídolo cruzeirense. Marcelo tinha se destacado no título do Cruzeiro da Copa do Brasil de 1996 e, logo depois, foi vendido ao PSV, da Holanda. A Raposa buscava um substituto para o atacante e chegou a ter este nome sugerido. Não foi pra frente. Palermo já até havia enfrentado o time celeste em 1994, pela Supercopa, com a camisa do Estudiantes. Em 1994, Cruzeiro derrota o Estudiantes pela Supercopa O presidente do clube, à época, era Zezé Perrella. Ele relembrou também a situação. - Quando eu entrei em contato, depois de negociar o Marcelo Ramos para a Europa, tentamos contratar o Palermo em 1996. Fui atrás, quis contratar. Mas o Estudiantes já tinha um compromisso com o Boca Juniors e cheguei um pouco atrasado. A contratação não deu certo, e ele se tornou um grande jogador. Sem o negócio avançado, o Cruzeiro seguiu seu caminho e foi campeão da Libertadores no ano seguinte. Palermo foi vendido ao Boca e, curiosamente, estreou pelo clube argentino contra a Raposa, na Bombonera, pela Supercopa da Libertadores. Vitória dos argentinos por 1 a 0. No jogo, no Mineirão, não atuou. Dez anos depois de ser sugerido, Martín Palermo reencontrou o Cruzeiro na Libertadores de 2007. Foi nas oitavas de final. O atacante atuou nos dois jogos e marcou um dos gols do Boca Juniors na vitória por 2 a 1, no Mineirão. Na ida, o time argentino já havia vencido pelo mesmo placar. Na época, o atacante já era um ídolo histórico do clube pelas duas Libertadores, duas Sul-Americanas e um Mundial de Clubes (marcou os dois gols na vitória sobre o Real Madrid, em 2000). Wagner marca de voleio na derrota do Cruzeiro para o Boca Juniors, em 2008 Agora, na primeira experiência como treinador no Brasil, Palermo vai enfrentar o Cruzeiro defendendo o Fortaleza. Pelo Leão do Pici, são seis jogos. Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv



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