Marcelo Ramos escolhe o melhor centroavante da história do Cruzeiro O Cruzeiro , em certo momento da janela de transferências, considerou como casos perdidos as contratações do equatoriano Keny Arroyo ( comprado por cerca de R$ 50 milhões, vindo do Besiktas ) e de Neiser Villareal ( com pré-contrato com o Cruzeiro ). Quem revelou a situação foi Joaquim Pinto, gerente do departamento de mercado da Raposa. + ? Clique aqui e siga o canal da torcida do Cruzeiro no WhatsApp! Mais notícias do Cruzeiro Com 2026 incerto no Cruzeiro, Fagner inicia transição e vê concorrência crescer Ex-Cruzeiro e Palmeiras mira história contra Atlético e sonha com Copa do Mundo Veja a movimentação de mercado do Cruzeiro em 2025 Joaquim Pinto contou que o Besiktas fez jogo duro para vender Arroyo. O jogador de 19 anos era observado desde o Sul-Americano Sub-17 pelo português. O Cruzeiro chegou até a tentar outros atletas, devido à dificuldade do negócio. - No caso do Arroyo, um âmbito diferente. Atleta que conheço desde o Sub-17, no Equador. Já tínhamos tentado o Arroyo. Tínhamos tentado mais cedo. Mas o Besiktas não queria vender. Eles sabem da qualidade e do nível que ele pode atingir. Dávamos a contratação como perdida. Tentamos outros jogadores - admitiu o gerente. Segundo o profissional da Raposa, a vontade do jogador prevaleceu. - A vontade do atleta ir para o Cruzeiro foi algo crucial. Antes de cada contratação, temos a política de conhecer o atleta, se não pessoalmente, por vídeo. É importante saber o caráter, costumes. E também para o atleta nos conhecer, saber para onde está indo. Depois da reunião, o Arroyo gostou muito. O próprio não teve muito filtro para mostrar que queria vir. Tivemos que passar por várias fases de convencimento. No final, conseguimos. "Foi outra grande contratação. Teve impacto que está sendo repercutido nas redes sociais. Tem que ser digerido com calma. Mais do que isso, temos que saber que temos um jogador para o presente e futuro do Cruzeiro " Néiser Villareal assinou pré-contrato com o Cruzeiro . O colombiano, artilheiro do último Sul-Americano Sub-20, também foi considerado uma negociação frustrada, em dado momento. - O Neiser era um atleta como prioridade. Foi um caso complexo. Há certas questões que são óbvias. No Sul-Americano Sub-20, onde estão cerca de 200 olheiros, de fato vão ter muitos convites para um jogador que se destaca como ele. O Neiser conseguiu um destaque. Teve um clube de classe alta do futebol mundial que tentou e depois não conseguiu. Foi um processo longo. Fomos conversando com o agente. No início, teve certa recusa. Pinto citou que o Cruzeiro trabalha dentro da realidade financeira. Mas não foi possível trazê-lo, entretanto, para o restante da temporada. - Sabemos do nosso limite. Negociação passou por várias fases. Paulo Pelaipe foi decisivo para intervenção. Tínhamos dado como perdido, mas conseguimos recuperá-lo. Tentamos que ele viesse para esse mercado. Não conseguimos entendimento com o Millonarios. Fomos para um plano B, não tendo que pagar nada ao clube. E será jogador do clube na próxima temporada. Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv
Joaquim Pinto e membros do scout do Cruzeiro — Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro



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