Cruzeiro montou força-tarefa para recuperação de Kaio Jorge O Governo de Minas Gerais sancionou uma lei que autoriza a retirada de cadeiras em estádios públicos do estado. Isso, claro, impacta no Mineirão, reformado através de uma parceria público-privada e que tem o Cruzeiro como principal "cliente" neste momento. O ge explica a situação que envolve a Minas Arena - administradora do estádio - e também o que pensa o clube celeste. + ? Clique aqui e siga o canal da torcida do Cruzeiro no WhatsApp! Mais notícias do Cruzeiro Confira a lista de reforços contratados pelo Cruzeiro Tecnologia no Cruzeiro e rotina de Kaio Jorge: médico conta bastidores da recuperação de artilheiro No caso do Gigante da Pampulha, a possibilidade existente é a retirada de cadeiras apenas no setor Amarelo Inferior. No entanto, a aprovação da lei não significa a automática mudança. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido. O próximo passo – que ainda não tem data para acontecer – é a elaboração de um laudo por parte do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, aprovando a retirada das cadeiras e apontando eventuais adequações para garantir a segurança dos torcedores no local. Com esse relatório em mãos, a Minas Arena terá de decidir se optará ou não pela mudança. Inicialmente, o custo previsto pela administradora do estádio é de R$ 900 mil, considerando também que as cadeiras serão colocadas de volta para a Copa do Mundo Feminina, em 2027. O Cruzeiro está em compasso de espera. Por ser um parceiro comercial, e não o dono do estádio, o clube aguarda a decisão da Minas Arena e apoiará a eventual mudança. O pagamento dos custos ainda é uma dúvida. O Cruzeiro entende que essa responsabilidade é da administradora, justamente em função do contrato vigente com o Governo de Minas Gerais. Não quer dizer que o Cruzeiro fecha as portas para tal investimento, mas trata com cautela e, caso aconteça, buscará formas de deixar o preço abaixo do que está previsto pela Minas Arena, neste momento. Também não há um cenário que leve o Cruzeiro a pensar na mudança como algo relacionado ao aspecto financeiro. E por dois motivos, principalmente. O primeiro – e mais importante – é que não haverá aumento na capacidade no setor, que comporta cerca de 7 mil torcedores nas cadeiras. O segundo é que, com a carga inalterada, torna-se improvável que haja diminuição no valor do ingresso, algo também pleiteado por alguns torcedores quando pediam a mudança no Amarelo Inferior. Via de regra, o setor também comporta os ingressos mais baratos em jogos do Cruzeiro, e o entendimento é de que o ticket médio no Amarelo está dentro dos padrões, com pouca margem para redução. Pelo lado do clube, a mudança é enxergada como positiva para dar alternativa a torcedores que queiram assistir aos jogos em pé, sem ter a segurança comprometida. Não só no Amarelo Inferior, mas em outros setores do Mineirão, muitas pessoas sobem nas cadeiras. Além do risco de queda, os assentos são quebrados, gerando prejuízo ao Cruzeiro, responsável pela manutenção. Um levantamento feito pelo clube mostra que, proporcionalmente, aquele setor é onde há mais registros de cadeiras danificadas. Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv
O Governo de Minas Gerais sancionou uma lei que autoriza a retirada de cadeiras em estádios públicos do estado. Isso, claro, impacta no Mineirão, reformado através de uma parceria público-privada e que tem o Cruzeiro como principal "cliente" neste momento. O ge explica a situação que envolve a Minas Arena - administradora do estádio - e também o que pensa o clube celeste. + ? Clique aqui e siga o canal da torcida do Cruzeiro no WhatsApp! Mais notícias do Cruzeiro Confira a lista de reforços contratados pelo Cruzeiro Tecnologia no Cruzeiro e rotina de Kaio Jorge: médico conta bastidores da recuperação de artilheiro No caso do Gigante da Pampulha, a possibilidade existente é a retirada de cadeiras apenas no setor Amarelo Inferior. No entanto, a aprovação da lei não significa a automática mudança. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido. O próximo passo – que ainda não tem data para acontecer – é a elaboração de um laudo por parte do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, aprovando a retirada das cadeiras e apontando eventuais adequações para garantir a segurança dos torcedores no local.



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