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19/9/2025 12:46

Novo sistema tecnológico revoluciona o futebol brasileiro: Renata Ruel explica inovação.

Novo sistema tecnológico revoluciona o futebol brasileiro: Renata Ruel explica inovação.

Uma novidade na arbitragem será testada no futebol brasileiro: o Desafio de Vídeo. A Federação Paulista de Futebol usará a tecnologia nas semifinais da Copa Paulista, que começam já nesta sexta-feira (19), às 20h (de Brasília), com o confronto entre Comercial e XV de Piracicaba. Renata Ruel, ex-árbitra e comentarista da ESPN, foi conhecer como funciona o recurso alternativo ao VAR e explica para o fã de esporte como isso vai funcionar.

"Diferentemente do VAR convencional, os técnicos poderão pedir desafios. Cada técnico terá direito a dois desafios. Se eles estiverem certos em relação aos pedidos, manterão os desafios. Se não estiverem, perderão o direito", contou. "O árbitro, quando houver um desafio, vai diretamente na cabine, junto a um operador, para decidir se houve ou não penalidade ou cartão vermelho, por exemplo. É um modo diferente do que estamos acostumados", seguiu.

"É um formato mais econômico, sem tanta tecnologia quanto o VAR convencional, mas que pode dar oportunidade para mais jogos terem um diferencial de arbitragem. Além de tudo, tira um pouco da responsabilidade só do árbitro, porque agora os times e técnicos ficarão com os desafios para pedir ou não nos lances em que acharem necessário", concluiu.

O técnico poderá pedir desafio quando acreditar que houve erro claro em quatro situações: gol, pênalti, cartão vermelho direto ou um caso de cartão aplicado ao jogador errado. Para isso, ele fará um gesto girando o dedo no ar e entregará ao quarto árbitro um cartão de solicitação de desafio.

Qual a diferença do "Desafio de Vídeo" para o VAR? Diferentemente do VAR, que exige uma grande equipe de árbitros de vídeo e várias câmeras, o FVS (Football Video Support, ou Vídeo Suporte ao Futebol) foi desenhado para contextos mais simples, em que é possível oferecer suporte técnico adicional aos árbitros. A ideia é democratizar o uso da tecnologia, permitindo que torneios de diferentes portes também possam se beneficiar de revisões em lances decisivos.

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