Cruzeiro e Corinthians empatam no 1º jogo da final do Brasileirão O primeiro capítulo da decisão do Brasileirão Feminino mostrou o equilíbrio esperado entre Cruzeiro e Corinthians. O empate por 2 a 2 no Independência, no dia 7, reforçou a ideia de que o título será definido em pequenos detalhes. Se as Brabas mantiveram sua identidade de ter mais posse (51%) e maior volume ofensivo, as Cabulosas mostraram a conhecida eficiência: chegaram menos vezes ao ataque, com sete chutes a gol, mas converteram em finalizações no alvo duas das três oportunidades que tiveram. O roteiro da partida escancara os estilos. O Alvinegro foi intenso desde o início e abriu o placar com Gi Fernandes logo aos cinco minutos. No entanto, a equipe de Belo Horizonte respondeu com Marília, aos 27, e depois voltou a marcar com Isabela, provando que, mesmo com 12 finalizações contra 18 das corintianas, foi capaz de ser decisivo. Os números também reforçam como os estilos se contrapõem. O Corinthians, com 73% de precisão nos passes e sete finalizações certas, controla o jogo pelo toque e volume ofensivo. Já o Cruzeiro, com menor posse e menor acerto no passe (67%), compensa com organização defensiva: foram 13 desarmes, contra nove do rival, além de saber aproveitar a bola aérea, recurso que as duas equipes exploraram bastante na partida de ida, fazendo um gol cada. Além do equilíbrio coletivo, as individualidades também tiveram peso. No time paulista , Gi Fernandes abriu o placar logo aos cinco minutos e Gabi Zanotti, referência técnica do elenco, marcou novamente, mostrando a força do setor ofensivo. Do outro lado, Marília e Isabela garantiram os gols das Cabulosas, equipe que, mesmo com apenas três finalizações no alvo, manteve sua marca de eficiência. Letícia Ferreira, artilheira cruzeirense com nove gols na competição, segue como peça central para a volta, enquanto Johnson e Vic Albuquerque, ambas com oito gols, sustentam a criatividade e o poder ofensivo alvinegro. Aproveitamento durante a primeira fase Com campanhas quase espelhadas, Cruzeiro e Corinthians dominaram a primeira fase. O time mineiro terminou na liderança com 36 pontos, 11 vitórias e 80% de aproveitamento, sustentado pela regularidade. As alvinegras vieram logo atrás, com 34 pontos e 75% de aproveitamento, mas mostrou maior força ofensiva: saldo de 34 gols contra 20 das Cabulosas. Ambos perderam apenas uma vez, sinal de equilíbrio entre as duas equipes. A expectativa para o confronto final é de mais equilíbrio. Corinthians carrega o peso da tradição: seis títulos e um elenco acostumado a decisões, mas o Cruzeiro mostrou consistência para transformar pouco em muito, levando perigo em cada chegada, o que promete uma grande final no próximo domingo, às 10h30 (de Brasília), na Neo Química Arena, que certamente estará lotada.



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