Rogério Ceni está a cinco passos de "zerar" o futebol brasileiro e sul-americano. Só que, para atingir tal feito ainda em 2025, é preciso sair classificado do Maracanã nesta quarta-feira (9). O Bahia vai ao "Maior do Mundo" enfrentar o Fluminense, a partir das 19h (de Brasília), e leva consigo a vantagem mínima pelo triunfo por 1 a 0, em Salvador. Se passar de fase, o Tricolor jogará as semifinais da Copa do Brasil e deixará o seu técnico mais perto de um feito histórico. O torneio nacional que mais dinheiro distribui no país é justamente o único título que falta na carreira de Rogério Ceni. Campeão há poucos dias da Copa do Nordeste, o ex-goleiro e hoje treinador ganhou ao menos uma vez tudo que disputou na carreira, dentro e fora dos gramados.
São nada menos que 30 troféus. Como jogador, Ceni começou no Sinop, onde foi campeão matogrossense em 1990, depois empilhou 18 títulos em mais de duas décadas com a camisa do São Paulo. Foram troféus estaduais, regionais, nacionais e internacionais, como a CONMEBOL Libertadores e o Mundial de Clubes de 2005. A única taça que escapou foi a da Copa dos Campeões, torneio disputado no Nordeste e extinto em 2002. Rogério também descobriu o saber de ser campeão pela seleção brasileira. Disputou apenas dois torneios e ganhou ambos: a Copa das Confederações de 1997 e a Copa do Mundo de 2002, ambos na reserva.
O goleiro atuou também no Mundial de 2006, quando até entrou em campo por alguns minutos contra o Japão. Passada a carreira de jogador, começou a de treinador. Desde 2017 na beira do campo, Rogério acumula nove títulos: ganhou os campeonatos Cearense, Carioca e Baiano, venceu duas vezes a Copa do Nordeste, levantou uma Série B, um Brasileirão e a Supercopa do Brasil, torneio que não teve a chance de disputar como atleta.
Ou seja, Ceni ganhou ao menos uma vez, seja como jogador ou técnico, praticamente tudo que disputou na carreira. A única que falta em seu currículo é mesmo a Copa do Brasil, em que até chegou perto algumas vezes. O goleiro foi vice com o São Paulo em 2000 e chegou a duas semifinais, em 2002 e 2015, quando caiu para Corinthians e Santos, respectivamente. Foi nesta mesma fase que também parou como técnico: em 2019, durante a curta passagem pelo Cruzeiro, e depois 2022, pelo São Paulo.
Passar sobre o Fluminense significa voltar a uma semifinal da Copa do Brasil, agora com o Bahia. Quem se classificar vai enfrentar o vencedor de Cruzeiro x Atlético-MG.



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