Lautaro Díaz faz "gol mágico" em treino do Cruzeiro A saída de Alexandre Mattos do Cruzeiro deixou no ar a pergunta de como estava a relação dele com os demais membros do comando do clube. Mattos chegou a ser criticado, publicamente, pelo dono da SAF celeste, Pedro Lourenço, quando a temporada começou e o time não estava rendendo o que era esperado. Com a chegada de Leonardo Jardim, o ex-CEO passou a aparecer menos, e Jardim passou a acompanhar o departamento de futebol mais de perto.
Cruzeiro inicia conversa com Matheus Pereira para renovação e trata tema como prioridade Cruzeiro descarta Gabri Martínez e mantém interesse em Medina e Victor Gabriel no radar Mesmo com a saída de um personagem que era apontado como homem de confiança de Pedro Lourenço, no período em que Leonardo Jardim ganhava confiança, o treinador eliminou a hipótese de rusgas com o ex-dirigente e afirmou que teve suas ideias aceitas pela gestão, incluindo Mattos. - Em relação ao Mattos, quando eu entrei no clube, ele era um dos homens fortes do futebol. Então, construímos uma forma que, isso foi um dos meus pedidos que era estar dentro do processo do futebol, não ser o treinador só de escalar os jogadores e mais nada, queria estar dentro do processo, e isso foi logo aceito. Trabalhamos em equipe durante o período que ele esteve conosco, fomos o Pedro, o Paulo Pelaipe, o Mattos e eu. Leonardo Jardim detalhou as mudanças que foram feitas com a ajuda de Mattos, antes do CEO sair do clube e aceitar a proposta do Santos.
Decidimos as mudanças que fizemos ao longo deste período. Desde a mudança do Sub-20 para a Toca, desde algumas estratégias de organização dentro do clube, dentro de mudança de pessoas de postos dentro do clube, algumas organizações diferentes, algumas ideias em termos de trabalho, tudo isso foi desenvolvido em prol do clube. Português, com experiência no futebol do país natal, Franca e Emirados Árabes, Leonardo Jardim entende que é importante o treinador estar inserido nas decisões que envolvem o futebol. Para ele, futebol não se faz sozinho, trabalhar em equipe é fundamental. - Eu acredito que os clubes de futebol não podem ser liderados somente por uma cabeça. Tem que ser uma discussão, como existe o Governo. A gente vê o presidente, mas existe uma assembleia que define os destinos do país. E no futebol é um pouco igual. Nós não devemos estar somente subjugados a uma cabeça, porque às vezes isso degenera. Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv



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