Pelo mundo, torcedores fazem loucuras pelo time do coração. Um apaixonado pelo Cruzeiro , que mora há mais de 600 km do time, não seria diferente. Tem de tudo: assistir ao clássico na torcida rival, esconder a camisa do clube em uma árvore, bate-volta para o Mineirão e, até, passar uma lua de mel surpresa na final da Sul-Americana. Essas são as histórias de Rony e família. + ? Clique aqui e siga o canal da torcida do Cruzeiro no WhatsApp! Família de Ipatinga vive na casa mais cabulosa do Espírito Santo Mais notícias do Cruzeiro Cássio revela ter perdido seis quilos e quando pensa em se aposentar
- Eu amo o Cruzeiro. Só isso! — O primeiro jogo que fui, que valia alguma coisa, era um Cruzeiro x Atlético, no Mineirão. Meus primos eram doentes pelo Atlético e eu fui no meio da Galoucura. Meus primos não sabem torcer (risos). Foi 2 a 1 para nós. Cruzeiro fez 1 a 0, o Atlético empatou. No estádio, eu tive que segurar. No segundo gol, estava no ônibus já. Gritei muito. Quem me viu ali, viu que sei torcer. Foi a primeira loucura pelo Cruzeiro. O tempo passou, Rony saiu de Ipatinga para Vitória, no Espírito Santo, se casou com uma flamenguista — que virou cruzeirense graças ao marido. Na lua de mel, foi parar em Assunção, no Paraguai, para ver o Cruzeiro em uma final internacional depois de 15 anos. O único detalhe é que Aline não sabia que iria para um momento mágico, pensando em outro.
- Não pensei em viajar depois do casamento. O Cruzeiro passou para a semifinal, e o Rony comprou a passagem para a final. Eu ajudei a comprar, mas não sabia que seria uma lua de mel. Quando o Cruzeiro passou mesmo para a final, ele anuncia que comprou para a lua de mel. E minha lua de mel foi no Paraguai, vestindo a camisa do Cruzeiro. Se tem marido e esposa cruzeirenses, claro que os filhos são torcedores apaixonados pelo clube. Rhaony, Maria Eduarda e a pequena Laura já vivenciaram as loucuras do pai. Entre muitos bate-voltas para os lugares onde o Cruzeiro joga, uma marcou mais. A ida para o Rio de Janeiro, assistir a um Cruzeiro em Flamengo, que fez a família passar por apuros.
- A gente foi num jogo contra o Flamengo, no Rio, em que tivemos que ficar no meio da torcida do Flamengo, porque não tinha mais ingresso. Fomos sem hotel, sem nada - contou Rhaony."Chegamos com a camisa do Cruzeiro e tivemos que improvisar para entrar no estádio camuflados na torcida adversária. Tirei as camisas, coloquei em uma sacolinha e joguei em cima de uma árvore. Fale: quando voltar, a gente pega. Por sorte, estava lá quando voltamos - brincou Rony. O amor pelo Cruzeiro é passado de pai para filho. Rony se emocionou ao contar que o pai o ensinou a torcer e deixou como legado.
- Amo o Cruzeiro devido ao meu pai. Minha família toda cruzeirense. É o legado do meu pai que deixo para a minha família e eles vão carregar. Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv



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