Em campo, duas equipes pressionadas e especialistas em contra-ataque. É de se esperar por gol, já que terão de ir ao ataque para pelo menos reduzir o desencanto de suas torcidas, mas sob o risco do contragolpe. O Cruzeiro vem de duas derrotas seguidas (Bragantino fora e Palestino em casa) e com apenas um vitórias nos últimos sete jogos (1 V, 1 E, 5 D, 19%). Nos últimos sete jogos, o Vasco tem aproveitamento de 43% (2 V, 3 E, 2 D). Defensivamente, no Brasileirão o Cruzeiro é a quarta defesa que mais sofreu finalizações no Brasileirão (72 com média 14,4), com a oitava resistência, um gol sofrido a cada 12,0 conclusões contrárias. O Vasco é o oitavo time em finalizações sofridas (56 com média 11,2), com a quinta menor resistência defensiva, um gol sofrido a cada 8,0 conclusões contrárias.
No ataque, as duas equipes estão com baixa produtividade ofensiva, mas alta eficiência. O Cruzeiro é o terceiro que menos finalizou (48 com média 9,6 por jogo), mas com a sexta eficiência, um gol a cada 8,0 tentativas. O Vasco é o segundo que menos finalizou (47 com média 9,4), com a quarta maior eficácia, um gol a cada 7,8 tentativas. Pelas métricas de xG, que mede além da quantidade de finalizações, suas características como distância, ângulo e número de adversários entre a bola e o gol, o Vasco produziu o quarto menor nível de ameaça (4,31), e o Cruzeiro, o terceiro menor (4,28).
A vantagem desses ataques é que estão mais eficientes do que produtivos: fizeram dois gols a mais (seis) do que o potencial estatístico das finalizações feitas (quatro). Em cinco jogos do campeonato, o Cruzeiro já marcou três gols em contragolpes, maior marca, em dez finalizações, a quinta maior marca. O Vasco fez dois gols assim, segunda marca, em nove tentativas, sétima marca. O Vasco vai precisar de cautela extra porque já sofreu dois gols em contra-ataques neste Brasileirão, pior marca. Na temporada, foram quatro gols sofridos, terceira pior marca do ano.
O jogo tem forte potencial para gol a partir de jogada aérea porque o Cruzeiro marcou assim seis dos últimos dez gols (quatro de sete), e o Vasco sofreu oito dos últimos nove gols dessa forma. No ataque, o Vasco usou bolas altas para marcar dez dos últimos 12 gols, e o Cruzeiro sofreu dessa forma seis dos últimos sete gols.



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