A expulsão do zagueiro Jonathan Jesus, do Cruzeiro , aos 20 minutos da derrota para o Internacional, também não convenceu o comentarista de arbitragem Paulo César de Oliveira. O lance em questão gerou forte contestação por parte da cúpula celeste e levantou questionamentos ao profissional da Globo, que sequer considerou falta na jogada. Com menos um por praticamente todo duelo, a Raposa sofreu revés por 3 a 0 para os colorados no Beira-Rio, pelo Brasileirão. Comentarista de arbitragem justifica expulsão de zagueiro do Cruzeiro por 'questão tática'
Segundo o ex-árbitro, não houve sequer falta no lance que originou a expulsão. "Wesley domina a bola, tem a aproximação do Jonathan Jesus e tem um contato com ele. O Marcelo marca a falta fora da área e aplica o cartão vermelho, não pela natureza ou intensidade da falta, mas sim pela questão tática. Ele entende que o zagueiro evitou uma situação clara de gol. Mas o ponto aí é que não houve a falta", afirmou Paulo César durante o 'Fechamento SporTV'.
O comentarista enfatizou que trata-se de um contato absolutamente normal, algo que, conforme ele próprio definiu, faz parte da dinâmica do jogo. "O futebol é um esporte de contato físico, eu vi essa jogada por vários ângulos. Tem esse contato do Jonathan Jesus, mas em nenhum momento ele faz a alavanca, ele dá tranco. Um contato absolutamente normal", completou.
A interpretação do árbitro, que classificou o lance como uma infração tática, não foi acompanhada por boa parte dos torcedores e comentaristas. O Cruzeiro, por sua vez, não demorou a se posicionar. A diretoria celeste comunicou que enviará um ofício à Comissão de Arbitragem solicitando explicações formais sobre o lance.
Paulo César de Oliveira, comentarista de arbitragem do grupo Globo, sobre o lance da expulsão do Jonathan Jesus, do Cruzeiro.
"Nem falta foi."
???: @sportv pic.twitter.com/9vONVbPLAI
— LIBERTA DEPRE (@liberta___depre) April 7, 2025
Cruzeiro contesta A diretoria celeste formalizou reclamação à Comissão de Arbitragem da CBF após a expulsão de Jonathan Jesus. O lance, considerado polêmico, motivou críticas contundentes por parte do dono da SAF do clube, Pedro Lourenço - único representante a conceder entrevista após a partida. Segundo ele, o clube se sente prejudicado recorrentemente pelas decisões do VAR e exige tratamento igual das autoridades do futebol brasileiro.
Além disso, o clube divulgou uma nota oficial classificando a arbitragem de Marcelo de Lima Henrique como marcada por "arrogância, má vontade e falta de capacidade". No comunicado, o clube mineiro reforça que a decisão de campo influenciou diretamente no resultado e questiona o uso da tecnologia em lances determinantes. O CEO do clube, Alexandre Mattos, também se manifestou nas redes sociais e considerou a expulsão um "assalto a mão armada", aumentando o tom de insatisfação institucional.
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