Última contratação do Cruzeiro na primeira janela de reforços no Campeonato Brasileiro, Wanderson chegou ao clube por meio de uma negociação rápida, fruto de um interesse antigo. As tratativas, finalizadas há dez dias, contaram com ajuda de dois jogadores: Fabrício Bruno e Bruno Tabata. O zagueiro, além de conversar com Wanderson, falou com a diretoria sobre o jogador, apoiando a chegada. + ? Clique aqui e siga o canal da torcida do Cruzeiro no WhatsApp! Mais notícias do Cruzeiro Cruzeiro vence jogo-treino por 12 a 0 diante do Boston City Wanderson já era um nome falado nos bastidores do Cruzeiro há mais de 20 dias, segundo apurou o ge , mas sem conversas evoluídas, o que aconteceu após a aprovação do técnico Leonardo Jardim. A partir disso, o clube avançou nas tratativas com o Inter a fim de registrar Wanderson ainda na primeira janela, para tê-lo à disposição na intertemporada e desde o primeiro jogo do Brasileirão. Deu certo. As negociações fluíram, e o atacante foi inscrito no dia 28, o último da janela. O atacante revelou que aceitou rapidamente a proposta do Cruzeiro, mas que antes debateu sobre como se encaixaria no estilo de jogo de Leonardo Jardim. O curto espaço de tempo para a decisão fez com que ele não tivesse dialogado com o treinador antes de chegar à Toca. - Não tive tempo de pensar, mas tudo foi fácil quando o projeto foi apresentado para mim pelo meu irmão. (...) Conversamos bastante antes de vir para saber o que o treinador queria de mim, o que esperava de mim. Tenho minhas características. De velocidade, força. Tenho certeza que vai agregar. Sou jogador que tento ajudar muito na parte ofensiva, mas na parte defensiva tento me esforçar muito para ajudar. "Aconteceu tudo muito rápido. Quase não deu tempo de fazer nada, só fazer o que tinha para acertar. Não tive oportunidade de conversar antes com ele (Jardim). Já ouvia falar muito dele, de companheiros que estavam comigo" Um companheiro de Internacional que falou sobre Jardim e sobre o Cruzeiro foi Bruno Tabata, que não foi dirigido pelo português, mas o enfrentou três vezes no futebol do Catar. Wanderson revelou um puxão de orelha do ex-companheiro, que nasceu em Belo Horizonte e é filho de cruzeirense. Tabata jogou na base do Atlético-MG. Fabrício Bruno também foi consultado antes do acerto. "O Tabata, que é de BH, me falou bem, falou que o pai dele é cruzeirense e que iria me cobrar (risos). Falou do clube. Quando conversei com o Fabrício Bruno, ele falou superbem. Foi um dos caras que apoiou, facilitou a minha vinda." No início das conversas entre Cruzeiro e Internacional, o fator que mais dificultava as tratativas era a dívida que os gaúchos têm pela compra de Wesley. A situação, inclusive, estava na CNRD, com cobrança cruzeirense de R$ 7 milhões. O Colorado queria receber compensação financeira para liberar o atacante. Posteriormente, as partes chegaram a um acordo, que envolveu o fim da dívida do Inter, além de o clube receber uma quantia pela liberação do atleta que tinha contrato até o fim deste ano. Antes mesmo da chegada de Jardim, o Cruzeiro monitorava o mercado para contratar um atacante de beirada, carência que foi chancelada pelo treinador após realizar as observações sobre o elenco que teria em mãos. Wanderson chegou para suprir essa lacuna. Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv



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