Apresentado pelo Cruzeiro na tarde desta terça-feira (24), o técnico Fernando Diniz afirmou que a chegada à Toca da Raposa II tem um valor sentimental. Mineiro de Patos de Minas, o substituto de Fernando Seabra exaltou a grandeza do clube e relembrou a paixão de seu pai pelo Cruzeiro. “É um sonho que se realiza. Joguei aqui em 2004. Nasci em Patos de Minas, e meu pai era um grande cruzeirense na década de 1960. Os ídolos eram Dirceu Lopes, Tostão, Piazza. Meu pai saía de Patos de Minas para ver Cruzeiro e Santos, em São Paulo, naquela época. Perdi meu pai com oito anos. Tem um valor sentimental estar aqui”, declarou.
Prestigiado pela diretoria, Diniz recebeu uma camisa do Cruzeiro com o número 21, em alusão ao ano de 1921, data em que o Cruzeiro foi fundado. Durante a entrevista, o novo comandante foi acompanhado de perto por Pedro Lourenço, gestor da Sociedade Anônima de Futebol (SAF), Alexandre Mattos, CEO do clube, e Pedro Junio, vice-presidente do Cruzeiro.
No decorrer da coletiva, Diniz também ponderou que implementará as suas principais características de jogo já nas primeiras partidas, como grande posse de bola, saída de bola com o goleiro e agressividade ofensiva. Vale ressaltar que Fernando Diniz assinou um contrato com o Cruzeiro até o fim de 2025. Na capital mineira, ele será auxiliado por Eduardo Barros e Wagner Bertelli.
Estreia de Fernando Diniz Nesta terça-feira (24), Fernando Diniz já comandará o primeiro treino na Toca da Raposa II, em Belo Horizonte, de olho no confronto decisivo com o Libertad, do Paraguai. Em vantagem, o time celeste receberá o “El Gumarelo” na quinta-feira (26), às 21h30 (de Brasília), no Mineirão, pelas quartas de final da Copa Sul-Americana.



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