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30/5/2024 23:20

Cruzeiro confirma evolução ao superar retranca com Seabra no comando da equipe

Cruzeiro confirma evolução ao superar retranca com Seabra no comando da equipe

Foi o 11º jogo de Fernando Seabra no comando da Raposa. E a sequência de bons resultados e atuações organizadas não deixam mentir. O time melhorou! A vitória por 1x0 sobre a Universidad Católica de Quito, na noite desta quinta-feira, no Mineirão, corrobora a sensação. Principalmente pela confirmação da vaga direta nas oitavas de final da Sul-Americana. Não se trata de dizer que o Cruzeiro fez um jogo perfeito ou se mostrou uma equipe de extrema qualidade nas últimas semanas, mas há crescimento em diferentes aspectos. Os padrões para atacar e defender são bem nítidos e na maioria das vezes bem executados. Isso ajuda a explicar o fato de uma única derrota ter sido sofrida desde o dia 20 de abril. Escalações Sem Arthur Gomes, Fernando Seabra não pôde repetir o time-base que vinha escalando. Deu chance para Gabriel Verón, que foi titular da equipe celeste pela primeira vez desde que chegou. A Raposa se armou num 4-2-3-1 Já o experiente técnico argentino Jorge Célico montou a Católica de Quito em um 4-3-3.

Como Cruzeiro e Universidad Católica de Quito iniciaram o duelo válido pela 6ª rodada do Grupo B da Copa Sul-Americana 2024
Rodrigo Coutinho

O jogo O Cruzeiro não conseguiu converter em gols o domínio que teve na 1ª etapa, mas apesar de alguns erros na construção das jogadas, deixou uma boa impressão antes do intervalo. Teve muito volume no campo de ataque. Boas associações com pontas e laterais pelos flancos. Ocupação de espaços organizada entre eles. Um centro de campo controlador com Romero, Lucas Silva e Matheus Pereira.

Anderson salvou o Cruzeiro em batida cruzada de Ismael Diaz. O ponta-esquerda da Universidad nem sempre voltava para dobrar a marcação com Loor, e era o alvo de lançamentos no espaço deixado por William quando a Católica recuperava a bola. Criou um outro bom lance finalizado por Loor um pouco antes. Era o principal problema dos brasileiros.

Rafa Silva, do Cruzeiro, em tentativa no ataque diante do Universidad de Quito
Gustavo Aleixo

As coberturas de Zé Ivaldo não chegavam a tempo. Faltava também o mesmo nível de pressão pós-perda visto em jogos recentes da equipe. Esse aspecto oscilou. O entendimento entre Marlon e Barreal pela esquerda foi mais constante que o de William e Verón na direita. Não foram poucas as jogadas de linha de fundo do argentino, mas com pouca gente na área para finalizar. Verón e Rafa Silva tiveram as melhores chances da Raposa. Ambas em bolas retomadas rapidamente no campo de ataque. Um indício do que poderia ser o caminho para a vitória.

Rafa Silva, do Cruzeiro, comemora gol marcado diante da Universidad de Quito
Gustavo Aleixo

O time celeste ainda teve chances claras para ampliar o resultado nos últimos minutos, já que os equatorianos se lançaram a frente em busca do empate que lhes daria a primeira posição, mas novamente faltou precisão no arremate ou no último passe. Ponto de melhoria para os próximos jogos.

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