O técnico Fernando Seabra elogiou o comportamento dos jogadores do Cruzeiro no empate em 1 a 1 com o Fortaleza, nesta quarta-feira (17), na Arena Castelão, em partida da segunda rodada do Campeonato Brasileiro. O treinador ressaltou o espírito de luta e coragem dos jogadores, uma vez que seu time saiu perdendo, e foi buscar o empate nos minutos finais do confronto. “O nosso espírito tem sido esse, de buscar e jogar com coragem (...) A equipe (Cruzeiro) conseguiu reagir no jogo, conseguiu encontrar respostas e elevou o seu nível de desempenho”, disse Seabra.
Na reta final do segundo tempo, Fernando Seabra “empilhou” atacantes em campo. Inclusive, tirando jogadores de defesa para apostar em um esquema mais ofensivo. Aos 34 minutos do segundo tempo, o treinador tirou o zagueiro Neris e colocou o atacante Robert no jogo. Antes, aos 27 minutos da etapa final, tirou Lucas Silva e apostou em Mateus Vital. Os dois atletas que entraram na partida foram cruciais para o empate com o Fortaleza. “A derrota a gente já tinha, tivemos que ir para uma situação de emergência ofensiva para buscar o empate. Demorou um pouco até toda organização se estabelecer. Assim, o Fortaleza teve alguns contra-ataques e bolas paradas, poderia ter definido o jogo. A partir do momento que conseguimos nos posicionar, o Robert conseguiu fazer a ação pela qual ele entrou no jogo”, explicou.
“Esse é o recado que temos que validar para dentro do grupo e para fora. É uma equipe corajosa, que busca resultado, que sabe das adversidades que encontrará em cada jogo, pois os adversários tem mentes pensantes, preparam bem o jogo, tem qualidades. A gente terá coragem de enfrentá-los. O João Ricardo fez uma partida excepcional e isso mostra o que foi o Cruzeiro aqui hoje”, completou, Seabra.
Análise do jogo Fernando Seabra detalhou o Cruzeiro nos dois tempos contra o Fortaleza. O comandante do time celeste destacou pontos importantes que foram analisados antes da partida, e que poderiam fazer a diferença. “A gente tinha que gerenciar no início do jogo, porque a intensidade contra o Botafogo foi alta, nos custou bastante mentalmente e fisicamente. Além disso, teve a viagem. Trabalhei aqui durante quase um ano, em 2015, e é muito difícil jogar aqui pela aclimatação, do ambiente quente úmido. Os jogadores sentem e demoram um tempo para adaptar”, analisou.
Sobre o campo e bola, o treinador explicou o que propôs para a equipe na partida. “No primeiro tempo, a gente optou por não ser tão agressivo, tentar sustentar uma compactação média, e sofremos. O Fortaleza foi muito eficaz em retirar nossas referências de abordagem, de subida de pressão e conseguiu jogar muito bem. A equipe (Cruzeiro) conseguiu reagir no jogo, conseguiu encontrar respostas e elevou o seu nível de desempenho”, finalizou.



Bastidores do título Mineiro: A grande conquista do Cruzeiro entre emoções e desafios
Kaio Jorge desfalca o Cruzeiro para duelo crucial contra o Vasco
Lesão no joelho tira Cássio dos planos do Cruzeiro por longo período
Flamengo move ação milionária contra Gerson e jogador é intimado
Flamengo x Cruzeiro marca reencontro de Leonardo Jardim com ex-clube
Dirigentes do Cruzeiro explicam por que o Mineiro é crucial para o ano
Cássio sofre lesão grave e Cruzeiro terá mudança no gol
Tite conquista título no Cruzeiro e fortalece projeto com respaldo da torcida
Cruzeiro registra aumento alarmante de 600% em lesões na temporada em comparação a 2025
Cruzeiro Inicia Conversas para Contratação de Artur Jorge, Ex-Treinador do Botafogo