Fernando Seabra flertou com a estreia perfeita no Cruzeiro, mas viu o time tropeçar no modestíssimo Alianza FC, com empate de 3 a 3, em pleno Mineirão. Crise instaurada, com o Campeonato Brasileiro batendo à porta. O treinador sofre um baque com o segundo tempo de um jogo que pode acelerar o processo de mudanças necessárias.
No Cruzeiro, Fernando Seabra sai em defesa de Rafael Cabral e vê perspectiva de melhora do time Atuações do Cruzeiro: Matheus Pereira é destaque, Rafael Cabral falha, e laterais entram mal; avalie Com apenas dois treinos comandados na Toca da Raposa, era natural que Seabra pouco mexesse na estrutura do time. Não mudou nenhuma peça da escalação e pouquíssimo alterou o esquema de jogo do Cruzeiro. Fez o básico, que deu resultado inicial.
O placar de 3 a 0 em 18 minutos demonstrava a fragilidade do adversário. Mas, para o primeiro ato, pouco importava o contexto. O importante era vencer, para gerir o início de pressão em meio à derrota no clássico e à troca no comando técnico, com chegada de um profissional questionado por parte da torcida, por conta da baixa experiência.
Fruto da atitude do Cruzeiro. Ou melhor, da falta dela. O Cruzeiro tem problemas individuais e coletivos que vêm desde o início do ano.



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