O Cruzeiro voltou a formar um elenco com mais jogadores estrangeiros depois de algumas temporadas sem tantos gringos. Atualmente, são seis atletas de outras nacionalidades no time principal, quatro argentinos (Lucas Romero, Lucas Villalba, Juan Dinenno e Álvaro Barreal), um colombiano (Helibelton Palacios) e um equatoriano (José Cifuentes). Isso, fora o treinador Nicolás Larcamón e sua comissão técnica. A presença de estrangeiros muda o ambiente na Toca da Raposa II por causa de diferenças culturais. Junto dos brasileiros, os “forasteiros” trocam experiências e costumes, incluindo o consumo da erva mate, bebida muito difundida na região Sul do Brasil e em países vizinhos, como Argentina, Uruguai, Bolívia, Chile e Paraguai. Por causa da bebida tradicional em vários países da América do Sul, formou-se na Toca II a chamada “Turma do Mate”. “A gente ficou muito feliz com a chegada desses jogadores (dos estrangeiros). Temos no elenco uma grande parcela de atletas que são do Sul do Brasil, e, consequentemente, desenrolam um pouco ou falam muito bem espanhol. A turma do mate neste ano está grande. Ramiro. William, Machado, eu, A gente se construiu muito com os argentinos nesse aspecto”, brincou o lateral-esquerdo Marlon, em entrevista à Itatiaia.
Os volantes Ramiro (Gramado) e Filipe Machado (Santa Maria), e o lateral-direito William (Pelotas), são naturais do Rio Grande do Sul. Marlon é da cidade de Cascavel, no Paraná. Juntos dos argentinos Romero, Villalba, Dinenno e Barreal, o novato que ainda não foi oficializado, são os atletas que consomem o “chimarrão” no Cruzeiro. Seja no centro de treinamento ou nos jogos, é comum ver os atletas, principalmente os argentinos, carregando o kit com a garrafa térmica e a cuia para o consumo da erva mate.
“Trago o meu, uso o meu (Mate). Compartilho com os argentinos ou quem quiser. É a proximidade, contribuir com a cultura argentina, com a cultura brasileira (...) É pedir um mate, pedir um café. Estou aprendendo agora que o futebol é dentro e fora do campo. É gerar relação, gerar proximidade. Somos irmãos, somos família”, disse o argentino Lucas Villalba, recém-chegado ao clube. “Tenho 29 anos e tenho que aprender coisas do Brasil e dos jogadores brasileiros, além de mostrar também sobre o meu lugar”, completou Villalba.
Além da erva mate, brasileiros e argentinos compartilham experiências gastronômicas com o churrasco, tradicional, principalmente, no Brasil e Argentina.



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