Analista de arbitragem da Itatiaia, Márcio Rezende de Freitas analisou o gol anulado do Cruzeiro sobre o Villa Nova, nesta quarta-feira (24), no Estádio Castor Cifuentes, em Nova Lima.
O lance ocorreu aos 30 minutos do segundo tempo, após falta cobrada pelo meia cruzeirense Matheus Pereira.
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Depois de cruzamento na área, o goleiro Gabriel Parra saiu do gol, e o atacante argentino Juan Ignacio Dinenno foi à bola.
Foi marcado impedimento em campo. Após avaliação de sete minutos do VAR, que orientou o árbitro a ver o lance, a decisão de campo foi mantida. Para Márcio Rezende, anular o gol do Cruzeiro foi uma “decisão equivocada”.
“Eu daria o gol. Porque, para mim, a conduta do Dinenno, o goleiro chega antes do Dinenno. O Dinenno está depois do goleiro, está depois, apesar de estar em uma posição de possível impedimento ou não, isso que tem que olhar. Se ele deu impedimento, está, estava um pouco à frente, mas eu daria o gol”, afirmou, durante transmissão da Itatiaia.
“Para mim o Dinenno não interfere na ação do Gabriel Parra, o Gabriel Parra está à frente do Dinenno, a bola está antes de chegar no Dinenno. O Dinenno não está à frente do Gabriel Parra para disputar a bola com ele. O Gabriel Parra passa, dá um tapa na bola, e o Dinenno chega depois. Eu daria o gol, para mim uma decisão equivocada da arbitragem”, completou.
Durante aquele momento, Cruzeiro e Villa empatavam em 1 a 1. André Luiz Skettino Policarpo Bento foi o árbitro da partida, Guilherme Dias Camilo e Felipe Alan Costa de Oliveira os assistentes e Wagner Reway o VAR.
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