2/9/2016 19:44
Apesar dos dois gols, Ramón Ábila recebe puxão de orelha de Mano
Atacante do Cruzeiro alcançou a incrível marca de oito gols em dez partidas disputadas
(Foto: Dudu Macedo/Fotoarena/Lancepress!)
Ramón Ábila tem uma média espetacular com a camisa do Cruzeiro. O argentino balançou as redes adversárias oito vezes em dez partidas disputadas. E embora seja o principal nome do setor ofensivo, o atacante também recebe puxões de orelha por parte do técnico Mano Menezes.
Autor de dois gols na vitória sobre o Botafogo, nessa quinta-feira, pela partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil, o gringo desperdiçou uma boa chance de deixar o Rio de Janeiro com um hat-trick. O único vacilo acarretou em uma bronca do comandante:
– O erro de finalização do Ábila preocupou sim. O Ábila tem uma característica e ele tem que trabalhar em cima de uma característica. Ele nasceu chutando a gol. Então, ele tem que chutar. Aquela bola, entrou cara a cara com o goleiro, ele tem que definir – afirmou.
– É a principal característica dele. Você não pode transmitir para o adversário a displicência, porque às vezes ele se aproveita disso. Embora eu saiba que a decisão do jogador é sempre por fazer o melhor e ele tentou fazer o melhor. Eu penso que fora de casa, às vezes, você não tem tantas oportunidades. Então, tem que aproveitar as que aparecem – acrescentou.
Ramón Ábila tem uma média espetacular com a camisa do Cruzeiro. O argentino balançou as redes adversárias oito vezes em dez partidas disputadas. E embora seja o principal nome do setor ofensivo, o atacante também recebe puxões de orelha por parte do técnico Mano Menezes.
Autor de dois gols na vitória sobre o Botafogo, nessa quinta-feira, pela partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil, o gringo desperdiçou uma boa chance de deixar o Rio de Janeiro com um hat-trick. O único vacilo acarretou em uma bronca do comandante:
– O erro de finalização do Ábila preocupou sim. O Ábila tem uma característica e ele tem que trabalhar em cima de uma característica. Ele nasceu chutando a gol. Então, ele tem que chutar. Aquela bola, entrou cara a cara com o goleiro, ele tem que definir – afirmou.
– É a principal característica dele. Você não pode transmitir para o adversário a displicência, porque às vezes ele se aproveita disso. Embora eu saiba que a decisão do jogador é sempre por fazer o melhor e ele tentou fazer o melhor. Eu penso que fora de casa, às vezes, você não tem tantas oportunidades. Então, tem que aproveitar as que aparecem – acrescentou.
3129 visitas - Fonte: LancNet!
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