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13/8/2015 12:29

Joinville reencontra algoz da última vez na elite nacional até então: o Cruzeiro

Em 1987, em Brasileirão de 1986, JEC bate de frente com a Raposa e é eliminado com duplo 1 a 1 na que seria a derradeira participação na primeira divisão nacional

Joinville reencontra algoz da última vez na elite nacional até então: o Cruzeiro
Nardela acredita que JEC poderia ter eliminado a Raposa (Foto: Rodrigo Phillips/Agência RBS)

Faltou um gol e também sorte. Sobrou pressão e uma bola na trave. Assim o Joinville foi eliminado pelo Cruzeiro no Campeonato Brasileiro de 1986. O jogo no Mineirão terminou em 1 a 1 e mais que findou a participação do JEC naquela edição de Brasileirão. O clube não deixou apenas o torneio, mas também a considerada elite do futebol nacional por 28 anos. A partida realizada em cinco de fevereiro de 87 foi a derradeira até o retorno à primeira divisão, neste ano.

Nesta quinta, o destino e a tabela colocam Joinville e Cruzeiro novamente frente a frente. Não é mata-mata como aquela segunda partida das oitavas do Brasileirão da época. Desta vez é confronto pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro, com os times oito pontos distantes e brigando por objetivos bem diferentes a partir do momento em que a bola rolar às 21h na Arena Joinville.

Há 28 anos, o JEC vinha com uma campanha no mínimo razoável. O Campeonato Brasileiro se alongava e o jogo entre os times ocorreu em fevereiro de 1987. No Ernestão, o JEC saiu atrás e empatou a partida com gol do lateral Alfinete. Na partida de volta, no Mineirão, a história foi parecida, com tento anotado por Paulo Egídio para igualar. O duplo 1 a 1 deu a vantagem para os celestes avançarem.

- Jogamos de igual para igual. Enfrentamos um grande clube e sabíamos que era muito difícil, porque a gente era um time de médio porte no país, o Cruzeiro tinha a vantagem. Foram dois jogos equilibrados, jogando de igual para igual. Depois de sair perdendo, dominamos o segundo tempo da partida no Mineirão, terminamos pressionando eles, colocamos bola na trave. Realmente ficou a sensação de que poderíamos ter passado. Foi próximo e infelizmente acabou ali – recorda-se o maior ídolo do futebol tricolor, Nardela, presente nos dois jogos.

Na fase seguinte, o Atlético-MG eliminou a Raposa, e o campeão daquela edição foi o São Paulo. O Joinville terminou na 12ª colocação geral e no ano seguinte foi colocado no módulo amarelo da competição, considerada a segunda divisão, em uma das tantas mudanças de regulamento ano após ano. De lá pra cá, o Cruzeiro seria campeão brasileiro três vezes e conquistaria a Libertadores, em 1997. O JEC decaiu, chegou a ficar sem disputar torneios nacionais. Porém ressurgiu, conquistou três acessos em cinco anos, os títulos da segunda e da terceira divisões e está de volta à elite para reencontrar os cruzeirenses.

1362 visitas - Fonte: GloboEsporte




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