Gilvan de Pinho Tavares está confiante em um acerto com a Caixa (Foto: Bruno Soares)
Após a vitória de 2 a 0 sobre o Mineros, em Guayana, na Venezuela, o presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares, falou sobre a novela que envolve o patrocínio da Caixa Econômica Federal. O dirigente cruzeirense se mostrou confiante em um acerto, que parecia distante, já que o banco acenava com o desligamento do futebol, e voltou a ganhar força nas últimas semanas.
- Não depende do Cruzeiro, não é só o Cruzeiro. São vários clubes que estão na dependência de uma decisão da nova direção da Caixa Econômica Federal. Eu acho que vai sair.
Questionado sobre a intenção do departamento de marketing, de investir pesado para captar mais torcedores no programa de sócio do futebol do clube (o Cruzeiro tem aproximadamente 70 mil associados e mira atingir os 100 mil), Gilvan Tavares disse que este é mesmo o grande objetivo.
- Vamos começar a trabalhar na captação de novos sócios. Já vimos aqui hoje, na Venezuela, sócios de futebol do Cruzeiro que não são mineiros, nunca foram a Belo Horizonte, mas são sócios do futebol do Cruzeiro. São de Manaus. Tive a alegria de premiar dois deles com camisas do Cruzeiro, reconhecendo o sacrifício que fizeram de viajar mais de 2.000 quilômetros de carro, passando por reserva indígena, inclusive. É isso que a gente quer ver do torcedor, que ele contribua com o clube e tenha a noção de que a mensalidade que ele paga é que possibilita o clube de investir na contratação e na manutenção de jogadores, para que o time siga forte.
Cruzeiro está a doze jogos sem o patrocínio master na camisa de jogo (Foto: AP)