O lateral-esquerdo Gabriel Rojas se prepara para um reencontro significativo com o Flamengo, nesta quarta-feira (19), às 21h30 (de Brasília), no Maracanã, em partida válida pelas oitavas de final da Copa Libertadores. O jogo de volta acontece após um empate em 1 a 1 no primeiro confronto, realizado no Mineirão, e promete ser decisivo para a classificação às quartas de final da competição.
Rojas, que atualmente defende as cores do Cruzeiro, carrega consigo a memória de sua última participação contra o Flamengo, em 2025, quando atuou pelo Racing na semifinal da Libertadores. Naquela ocasião, o Rubro-Negro venceu a primeira partida por 1 a 0 e, no segundo confronto, as equipes empataram sem gols, resultando na eliminação do time argentino.
Naquela semifinal, o jogador enfrentou limitações físicas, tendo se recuperado de uma lesão muscular antes da partida no Maracanã. Apesar das dificuldades, ele se esforçou para entrar em campo, completando 58 minutos na primeira partida e jogando os 90 minutos no retorno em Avellaneda. Essa experiência, embora amarga, não diminui sua determinação em buscar uma nova oportunidade de se destacar na Libertadores.
Agora, Rojas mira um desfecho diferente com a camisa do Cruzeiro. Ele expressou sua empolgação em participar novamente da competição, ressaltando a importância da Libertadores em sua carreira. "Estou muito feliz e com uma vontade muito grande de jogar a Copa Libertadores", afirmou o lateral.
No aspecto tático, o Cruzeiro se vê na necessidade de vencer para garantir sua vaga nas quartas de final, uma vez que um novo empate levará a disputa para os pênaltis. A equipe, sob a orientação de Artur Jorge, deve passar por decisões estratégicas na formação inicial, especialmente na escolha entre Rojas e Lucas Villalba para a lateral esquerda.
O resultado desse confronto não só impactará o futuro imediato do Cruzeiro na Libertadores, mas também determinará o adversário nas quartas de final, que será o vencedor do duelo entre Independiente del Valle e Deportes Tolima. A expectativa é alta, e a pressão aumenta à medida que os times se preparam para um embate decisivo em um dos palcos mais icônicos do futebol.
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