O empate por 1 a 1 entre Cruzeiro e Flamengo, na última quarta-feira (12 de agosto de 2026) pelo jogo de ida das oitavas de final da Conmebol Libertadores, deixou o confronto totalmente em aberto. Contudo, para o torcedor celeste, o placar no Mineirão serve como um poderoso combustível supersticioso e histórico.
Nas duas oportunidades mais marcantes em que a Raposa superou o Rubro-Negro em mata-matas nacionais — as finais da Copa do Brasil de 2003 e 2017 —, as partidas de ida também terminaram rigorosamente empatadas em 1 a 1.
Na decisão da Copa do Brasil de 2003, o primeiro duelo foi disputado no Maracanã. Naquela noite, o craque Alex anotou uma verdadeira pintura de letra para colocar o time mineiro em vantagem, mas Fernando Baiano deixou tudo igual nos acréscimos do segundo tempo.
No embate de volta, o esquadrão comandado por Vanderlei Luxemburgo não deu chances ao rival no Mineirão: venceu por 3 a 1, com gols de Aristizábal, Luisão e Deivid, e ergueu o troféu no ano em que conquistaria a histórica Tríplice Coroa.
Quatorze anos depois, o enredo de superação voltou a se repetir. No Maracanã, Paquetá abriu o placar para os cariocas, mas o uruguaio Giorgian De Arrascaeta — hoje no Flamengo — buscou o empate decisivo por 1 a 1 na reta final do confronto.
Na decisão do Mineirão, após um tenso 0 a 0 no tempo normal, a equipe treinada por Mano Menezes levou a melhor nas cobranças de penalidades máximas e comemorou o pentacampeonato diante de um estádio lotado.
Agora, o Cruzeiro tenta transformar a coincidência histórica em realidade no gramado do Maracanã na próxima semana, quando qualquer vitória simples garante a vaga nas quartas de final da Libertadores.
E aí, torcedor da Raposa? Acredita que a história vai se repetir e a vaga vem no Rio de Janeiro? Deixe seu palpite nos comentários!
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