22/5/2026 19:06
Casa cheia! Com 45 mil no Mineirão, Cruzeiro recebe a Chapecoense neste domingo.
Com o retorno de Matheus Henrique e desfalque no ataque, o Cruzeiro enfrenta a Chapecoense no Mineirão pela Série A, sob a pressão de 45 mil torcedores.
O expediente na Toca da Raposa ganhou contornos de ríspida cobrança e alívio médico para o fechamento do final de semana. O Cruzeiro finalizou os preparativos para encarar a Chapecoense neste domingo (24), às 16h (de Brasília), no Mineirão, em um duelo válido pela 17ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. O confronto desenha um cenário de extrema importância para as pretensões do clube mineiro, que busca usar o fator casa para chutar a oscilação recente e iniciar uma escalada firme rumo à metade superior da tabela.
Nos bastidores da preleção, o técnico Artur Jorge recebeu o sinal verde que tanto esperava. O meio-campista Matheus Henrique treinou normalmente com o grupo após se recuperar de uma ríspida contusão pulmonar e confirma seu retorno ao time titular. A volta do jogador promete ditar a dinamicidade e a qualidade na transição oficial do setor, oxigenando o esqueleto tático da equipe. Por outro lado, o comandante português enfrenta um duro impasse na linha de frente: o atacante Keny Arroyo cumpre suspensão automática e está fora do racha. Sem o titular, três nomes travam uma disputa acirrada pela vaga no setor ofensivo: Luis Sinisterra, Bruno Rodrigues e Marquinhos.
A Chapecoense, por sua vez, viaja a Belo Horizonte vivendo um ríspido calvário administrativo e técnico. Enterrada na lanterna isolada da competição com ríspidos 9 pontos conquistados, a equipe catarinense joga a vida para tentar respirar na luta contra o rebaixamento. O Cruzeiro, que atualmente ocupa a 13ª colocação com 20 pontos, admite o favoritismo, mas cobra seriedade absoluta para evitar surpresas desagradáveis que coloquem o planejamento do segundo semestre em jogo.
A promessa é de caldeirão aceso no Gigante da Pampulha. A diretoria celeste confirmou que mais de 45 mil torcedores já garantiram ingressos, criando uma atmosfera de ríspida pressão sobre o adversário. Sem espaço para novos tropeços domésticos e de olho no topo, o Cruzeiro desafia o próprio desgaste físico do calendário apertado, ciente de que engolir o lanterna dentro de seus domínios é obrigação protocolar para inflamar o vestiário na sequência da temporada nacional.
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