No início de 2024, Lucas Villalba se juntou ao Cruzeiro, destacando-se na conquista do Campeonato Mineiro sob a direção de Leonardo Jardim. Contudo, a chegada do técnico Artur Jorge alterou substancialmente sua trajetória no clube, resultando em uma queda de desempenho e utilização.
Villalba começou a temporada como titular, participando ativamente das duas primeiras partidas sob o novo comando. No entanto, após uma atuação abaixo das expectativas na derrota por 4 a 1 para o São Paulo, o zagueiro perdeu a posição para Jonathan Jesus, que se firmou como a terceira opção na zaga.
A última vez que Villalba esteve em campo foi na derrota para a Universidad Católica, onde a defesa celeste teve um desempenho comprometedor, permitindo que a equipe chilena marcasse dois gols de cabeça. Desde então, o jogador não foi escalado em seis jogos consecutivos, refletindo a mudança na hierarquia do setor defensivo.
Com a ascensão de João Marcelo, que agora ocupa a posição de terceiro zagueiro, Villalba enfrenta forte concorrência. O jovem defensor demonstrou evolução e conquistou a confiança do técnico, enquanto Villalba se vê relegado ao banco de reservas.
O defensor argentino, de 31 anos, possui vínculo com o Cruzeiro até 2026, o que abre espaço para que a gestão do elenco decida sobre seu futuro no clube. A atual fase do zagueiro levanta questões sobre sua adaptação ao estilo de jogo de Jorge e sua capacidade de recuperar espaço na equipe.
Em termos de desempenho, os números de Villalba contrastam com os de seus concorrentes. Enquanto o argentino soma apenas 292 minutos em campo, Jonathan Jesus e Fabrício Bruno têm demonstrado maior regularidade e minutos jogados, com 705 e 893, respectivamente.
Com a temporada em andamento, a situação de Villalba se torna um ponto de atenção para a comissão técnica e a torcida, que esperam uma reavaliação de seu papel no elenco. A continuidade de sua trajetória no Cruzeiro dependerá de sua capacidade de demonstrar desempenho e competitividade nos treinos e, eventualmente, nas partidas.
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