A relação entre Cruzeiro e Boca Juniors na Conmebol Libertadores é marcada por episódios controversos, principalmente em suas últimas confrontos em 2018. Naquela edição, o zagueiro Dedé teve um papel central, sendo expulso em ambas as partidas, o que gerou uma série de desdobramentos e discussões sobre decisões de arbitragem.
No primeiro duelo, realizado na Bombonera, Dedé recebeu cartão vermelho aos 31 minutos do segundo tempo após um choque involuntário com o goleiro Andrada. O árbitro, Éber Aquino, após consultar o VAR, decidiu pela expulsão, alegando que o lance resultou em sangue na boca do goleiro.
Em resposta à decisão, a diretoria do Cruzeiro mobilizou esforços para anular a punição. Dirigentes viajaram ao Paraguai e buscaram o apoio da CBF para reverter a situação. A pressão resultou na publicação de um ofício da Conmebol, que cancelou o cartão vermelho, com a Comissão de Arbitragem afirmando que choques acidentais não deveriam ser considerados falta grave.
Com a suspensão de Dedé anulada, o zagueiro foi titular na partida de volta, realizada no Mineirão. O Cruzeiro, necessitando reverter a desvantagem de 2 a 0, escalou sua equipe principal. No entanto, Dedé foi novamente expulso, desta vez recebendo dois cartões amarelos, o que gerou mais controvérsia e insatisfação entre os torcedores e a comissão técnica.
A partida terminou empatada em 1 a 1, resultando na eliminação do Cruzeiro daquela edição da Libertadores. Este episódio reforça a complexidade das disputas entre os clubes e a importância de decisões arbitrárias que podem impactar o desempenho e a trajetória nas competições internacionais.
O cenário atual da Libertadores traz à tona a relevância das lições aprendidas com esses confrontos, além de destacar a necessidade de uma gestão de elenco eficaz e uma leitura de jogo apurada para evitar situações semelhantes no futuro.
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