O Cruzeiro iniciou sua campanha na Conmebol Libertadores com uma vitória importante de 1 a 0 contra o Barcelona de Guayaquil, no Equador. Este resultado positivo marcou um passo significativo na trajetória do clube na competição, mas um detalhe específico do jogo gerou preocupação entre os torcedores: a atuação de Chico da Costa, que perdeu uma oportunidade clara de gol nos acréscimos da partida.
Chico da Costa, que ainda não conseguiu marcar pelo Cruzeiro, foi contratado em janeiro como uma opção para reforçar o ataque, especialmente em momentos de ausência de Kaio Jorge. Desde então, o atacante disputou 11 partidas pelo clube mineiro, mas seu jejum de gols se estende desde sua passagem pelo Mirassol, onde não balançou as redes em 10 jogos, sendo seu último gol registrado em 17 de setembro.
A atuação de Chico na Libertadores não apenas ressaltou sua dificuldade em retornar ao caminho das redes, mas também levantou questões sobre a gestão do elenco e as expectativas sobre suas contribuições na competição internacional. A intensidade e a organização tática do Cruzeiro foram evidentes, mas a falta de um artilheiro em fase positiva pode impactar os planos do treinador ao longo do torneio.
O jogador, que chegou ao Cruzeiro após uma passagem pelo Cerro Porteño, possui um contrato que se estende até o fim de 2027, o que sinaliza a confiança da direção do clube em seu potencial. Contudo, é urgente que Chico consiga se adaptar e reencontrar sua capacidade de finalização, uma característica que o diferenciou em seu clube anterior.
Agora, o Cruzeiro se prepara para os próximos desafios na Libertadores, onde um desempenho coletivo eficaz e a capacidade de traduzir oportunidades em gols serão cruciais. O torcedor cruzeirense aguarda que Chico da Costa possa quebrar seu jejum e demonstrar o valor por detrás de sua contratação, contribuindo de maneira decisiva na sequência do campeonato.
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