O Cruzeiro deu ao jogo contra o Palestino o peso que deveria ter. Eliminado e com campanha vexatória, entregou minutos aos jogadores que precisavam e conseguiu manter o embalado antes do clássico contra o Atlético-MG. Jogou bem e venceu por 2 a 1. O quinto triunfo nos últimos seis jogos. + ? Clique aqui e siga o canal da torcida do Cruzeiro no WhatsApp! Mais notícias do Cruzeiro Atuações: Gabigol e Bolasie decidem jogo com dupla da base em destaque; dê as notas A estratégia de Leonardo Jardim para jogar no Mineirão, já sem chances de classificação, foi a esperada. Poupou até o goleiro Cássio, mas deu um tempo de jogo a titulares que tiveram menos minutos em campo diante de Mushuc Runa e Sport. Villalba, Romero e Christian encorparam o "mistão" cruzeirense, que teve ainda Gabigol no ataque. E, mesmo com reservas, o Cruzeiro empilhou chegadas ao ataque desde o início, sem esforço. Levou gol cedo, em bola alçada na área, mas ainda no primeiro tempo poderia ter até virado o placar. Pecou na finalização e, algumas vezes, sentiu falta do entrosamento refinado que os titulares vêm mostrando há alguns jogos. No aspecto individual, o principal ponto positivo da partida foi a aparição de destaques do sub-20. Kauã Prates fez um jogo seguro e ainda incomodou em finalizações, mesmo como lateral-esquerdo; Murilo Rhikman segue em evolução no meio-campo; e Kenji se colocou como uma alternativa a ser considerada para o lado esquerdo do ataque. O trio, que nem sequer está no último ano do time júnior, ainda precisa de evolução física, técnica e tática, mas demonstrou que tem condições de compor o elenco. Aos poucos, ganhando minutos sem serem a salvação para problemas. O momento do Cruzeiro com Jardim ajuda nisso. Também no setor ofensivo, jogo importante para Gabigol seguir em boa fase. Mesmo reserva, tem aproveitado as oportunidades. Foi decisivo contra Flamengo, Palestino e Vila Nova-GO, além de ter feito boa atuação no jogo fora de casa contra os chilenos. Peça importante no momento de crescimento do time.
Por outro lado, o jogo também deixou preocupações individuais. Reservas imediatos de Fabrício Bruno e Lucas Villalba, Jonathan Jesus e Mateo Gamarra passam por momento ruim. O paraguaio parece sem confiança, enquanto o jovem - de muito potencial - não consegue repetir o bom nível do Mineiro desde que perdeu a posição entre os titulares. No ataque, Lautaro não engrena jogando perto do gol, como referência de mobilidade. Mas, para o momento, há muito mais o que elogiar do que criticar. O Cruzeiro , além de ter empilhado cinco vitórias nos últimos seis jogos, ganhou opções dentro do próprio elenco e, consequentemente, um respiro até os ajustes que serão feitos nas janelas de junho e julho.
Do ponto de vista esportivo, o jogo contra o Palestino serve para manter o ritmo de crescimento coletivo que se traduz em resultados. Importante, antes de uma sequência complicada no Brasileiro, com Atlético-MG, Fortaleza e Palmeiras. Tudo isso com uma decisão de vaga de Copa do Brasil pelo caminho, diante do Vila Nova-GO.
E não só o resultado, mas também a boa atuação usando reservas, mostram que o Cruzeiro deveria ter feito muito mais na Sul-Americana. Seja com titulares ou suplentes, é muito mais time que Unión, Mushuc Runa e Palestino. Que ao menos tenha serventia para o planejamento, dando respiro futuro no calendário, como ajudou pré-clássico com a rodagem do elenco. Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv



ANTES DA DECISÃO! Advogado explica situação de Kaio Jorge
DECISÃO TOMADA! Cruzeiro define futuro de Rhuan Gabriel após interesse do Palmeiras
Artur Jorge explica ausência de Lucho Rodríguez na equipe do Cruzeiro
Desfalques importantes: Artur Jorge perde três titulares para enfrentar o Vasco
VALOR DEFINIDO! Cruzeiro resiste a investidas e fixa valor por Jonathan Jesus
BOMBA: Cruzeiro se aproxima de contratar joia da América do Sul
RESERVAS NÃO APROVEITAM! Cruzeiro perde para o Vasco e Artur Jorge cobra intensidade
POLÊMICA: Empresário de joia do Cruzeiro pressiona a diretoria por ida para rival direto
Humorista ameaça Kaio Jorge após polêmica na Copa do Brasil