22/10/2018 09:56
Descanso? Ressaca? Que nada! Titulares mostram seriedade e buscam a vitória
Parecia automático. Bastou o apíto final na Arena Corinthians, na noite de quarta-feira, quando o Cruzeiro venceu o Corinthians por 2 a 1, resultado que confirmou o título da Copa do Brasil, para imaginar que, no domingo, contra a Chapecoense, pelo Campeonato Brasileiro, Mano Menezes escalaria uma equipe reserva. Parecia. Na sexta-feira, em participação no estúdio no programa Globo Esporte, na Globo Minas, o treinador surpreendeu ao dizer que mandaria força máxima diante da equipe catarinense, contrariando o "óbvio", de dar descanso aos titulares após a conquista de um título.
Leia também: Em noite de grande exibição, Cruzeiro vence a Chape em jogo 800 de Fábio
No entanto, Mano deixou claro que a comemoração aconteceu após o jogo, em São Paulo, na quarta-feira, e durante toda a quinta-feira, quando os jogadores desfilaram em carro dos bombeiros pelas ruas de Belo Horizonte. Além disso, todo o elenco foi liberado para descanso na sexta-feira.
Veio o sábado, o grupo se reapresentou na Toca da Raposa II pela manhã, quando houve um rachão. Apenas Sassá, suspenso do jogo de domingo, foi liberado da atividade. Todos os titulares iniciaram a concentração no centro de treinamento, e Mano cumpria ali o que havia dito na sexta-feira.
Já no domingo, festa preparada para os hexacampeões receberem as faixas no Horto. Com a presença do troféu da Copa do Brasil, teve música, fogos de artifício, um tapete azul para a entrada dos atletas em campo (um a um, chamados pelo mestre de cerimônia).
Minutos antes de a bola rolar no Independência, e veio a confirmação. O Cruzeiro teria mesmo força máxima contra a Chapecoense, incluindo o goleiro Fábio, que completou 800 jogos com a camisa cruzeirense.
Dentro de campo, havia a expectativa para saber se os jogadores do Cruzeiro sentiriam o cansaço, o que interessava - e muito - ao time da Chapecoense, que tenta desesperadamente sair da zona de rebaixamento do Brasileirão. Mas, para a tristeza da equipe catarinense, e a alegria da torcida cruzeirense, os comandados de Mano Menezes estavam muito inspirados.
O Cruzeiro parecia interessado em construir uma vitória, e logo de cara mostrou sua força e passou a dominar as ações no campo de ataque. O primeiro gol saiu aos 21 minutos, e foi um golaço de Thiago Neves, que recebeu excelente passe - de letra - de Ariel Cabral e bateu no ângulo, sem chances de defesa para Jandrei.
Aos 29, saiu o segundo gol. Arrascaeta aproveitou rebote, após chute de Barcos e defesa de Jandrei, e, de cabeça, mandou para a rede da Chape para ampliar no Independência.
Para a sorte da Chapecoense, o primeiro tempo caminhava para o fim. Mas o Cruzeiro estava mesmo animado. Aos 43 minutos, foi a vez de Dedé aproveitar cobrança de escanteio de Arrascaeta, subir mais alto que todo mundo na área, e cabecear para o terceiro gol.
Aí, sim. Fim da primeira etapa no Independência. Na saída de campo, o meia Thiago Neves falou sobre o rendimento do Cruzeiro até ali, em entrevista ao SporTV.
- Depois do título fica mais tranquilo para jogar, sem a pressão. O time está solto, leve, e nos ajuda a vencer. O respeito que vamos mostrar para a Chape é continuar da forma que estamos - disse o jogador.
No segundo tempo, o time voltou com uma mudança: Rafinha no lugar de Arrascaeta. A equipe criou menos oportunidades claras do que na primeira etapa, sentiu um pouco o desgaste e, com o placar dilatado construído, viu a vitória de 3 a 0 permanecer até o apito final.
Show à parte
Festa, titulares, 3 a 0 no primeiro tempo, vitória... É verdade que teve isso tudo. Mas também é preciso destacar as boas aparições de Fábio na partida. O goleiro, que completou 800 partidas pelo clube, mostrou a segurança de sempre e fez defesas plasticamente muito bonitas, em bolas difíceis.
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No entanto, Mano deixou claro que a comemoração aconteceu após o jogo, em São Paulo, na quarta-feira, e durante toda a quinta-feira, quando os jogadores desfilaram em carro dos bombeiros pelas ruas de Belo Horizonte. Além disso, todo o elenco foi liberado para descanso na sexta-feira.
Veio o sábado, o grupo se reapresentou na Toca da Raposa II pela manhã, quando houve um rachão. Apenas Sassá, suspenso do jogo de domingo, foi liberado da atividade. Todos os titulares iniciaram a concentração no centro de treinamento, e Mano cumpria ali o que havia dito na sexta-feira.
Já no domingo, festa preparada para os hexacampeões receberem as faixas no Horto. Com a presença do troféu da Copa do Brasil, teve música, fogos de artifício, um tapete azul para a entrada dos atletas em campo (um a um, chamados pelo mestre de cerimônia).
Minutos antes de a bola rolar no Independência, e veio a confirmação. O Cruzeiro teria mesmo força máxima contra a Chapecoense, incluindo o goleiro Fábio, que completou 800 jogos com a camisa cruzeirense.
Dentro de campo, havia a expectativa para saber se os jogadores do Cruzeiro sentiriam o cansaço, o que interessava - e muito - ao time da Chapecoense, que tenta desesperadamente sair da zona de rebaixamento do Brasileirão. Mas, para a tristeza da equipe catarinense, e a alegria da torcida cruzeirense, os comandados de Mano Menezes estavam muito inspirados.
O Cruzeiro parecia interessado em construir uma vitória, e logo de cara mostrou sua força e passou a dominar as ações no campo de ataque. O primeiro gol saiu aos 21 minutos, e foi um golaço de Thiago Neves, que recebeu excelente passe - de letra - de Ariel Cabral e bateu no ângulo, sem chances de defesa para Jandrei.
Aos 29, saiu o segundo gol. Arrascaeta aproveitou rebote, após chute de Barcos e defesa de Jandrei, e, de cabeça, mandou para a rede da Chape para ampliar no Independência.
Para a sorte da Chapecoense, o primeiro tempo caminhava para o fim. Mas o Cruzeiro estava mesmo animado. Aos 43 minutos, foi a vez de Dedé aproveitar cobrança de escanteio de Arrascaeta, subir mais alto que todo mundo na área, e cabecear para o terceiro gol.
Aí, sim. Fim da primeira etapa no Independência. Na saída de campo, o meia Thiago Neves falou sobre o rendimento do Cruzeiro até ali, em entrevista ao SporTV.
Em noite de grande exibição, Cruzeiro vence a Chapecoense em jogo 800 de Fábio.https://t.co/WpbrnHNcWU#CRUxCHA #Fábio800 pic.twitter.com/kxbNvDtngD
— Cruzeiro Esporte Clube (@Cruzeiro) 22 de outubro de 2018
- Depois do título fica mais tranquilo para jogar, sem a pressão. O time está solto, leve, e nos ajuda a vencer. O respeito que vamos mostrar para a Chape é continuar da forma que estamos - disse o jogador.
No segundo tempo, o time voltou com uma mudança: Rafinha no lugar de Arrascaeta. A equipe criou menos oportunidades claras do que na primeira etapa, sentiu um pouco o desgaste e, com o placar dilatado construído, viu a vitória de 3 a 0 permanecer até o apito final.
Show à parte
Festa, titulares, 3 a 0 no primeiro tempo, vitória... É verdade que teve isso tudo. Mas também é preciso destacar as boas aparições de Fábio na partida. O goleiro, que completou 800 partidas pelo clube, mostrou a segurança de sempre e fez defesas plasticamente muito bonitas, em bolas difíceis.
1257 visitas - Fonte: Globo Esporte
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