5/10/2018 15:00
Segundo jornalista argentino, VAR não funcionou no jogo entre Cruzeiro e Boca Juniors
Uma das principais reclamações dos jogadores e da comissão técnica do Cruzeiro, ne eliminação contra o Boca Juniors, pela Copa Libertadores, na quinta-feira, foi a não utilização do árbitro de vídeo (VAR), pelo ártbitro do confronto, Andrés Cunha, do Uruguai, em vários lances polêmicos durante da partida.
Mas segundo o jornalista Hernán Castillo, da TNT Sports na Argentina, o árbitro não utilizou o VAR porque o equipamento não funcionou. “Na partida de ida das quartas de final houve, mas no jogo de volta, não houve, porque não se pôde utilizar. Não sei porque, não sei tecnicamente o que aconteceu, mas não se pôde utilizar”, disse, em um programa de televisão do país.
Os cruzeirenses reclamam bastante de, pelo menos, três lances que poderiam ter sido analisados pelo árbitro. Ainda no primeiro tempo, Barcos teve um gol anulado por jogada perigosa de Dedé no goleiro Rossi, marcada de imediato pelo árbitro. Na segunda etapa, Arrascaeta sofreu pênalti, prontamente marcado. Mas um impedimento de Barcos foi flagrado pelo auxiliar e o juiz voltou atrás na marcação da penalidade.
O clube mineiro ainda se queixou da expulsão de Dedé devido a um segundo cartão amarelo recebido, na etapa final. Com o resultado, empate por 1 a 1, o time mineiro acabou eliminado da Copa Libertadores, e o Boca Juniors segue na competição, e encara o Palmeiras, na semifinal. Na outra semifinal, Grêmio e River Plate se enfrentam.
Mas segundo o jornalista Hernán Castillo, da TNT Sports na Argentina, o árbitro não utilizou o VAR porque o equipamento não funcionou. “Na partida de ida das quartas de final houve, mas no jogo de volta, não houve, porque não se pôde utilizar. Não sei porque, não sei tecnicamente o que aconteceu, mas não se pôde utilizar”, disse, em um programa de televisão do país.
Os cruzeirenses reclamam bastante de, pelo menos, três lances que poderiam ter sido analisados pelo árbitro. Ainda no primeiro tempo, Barcos teve um gol anulado por jogada perigosa de Dedé no goleiro Rossi, marcada de imediato pelo árbitro. Na segunda etapa, Arrascaeta sofreu pênalti, prontamente marcado. Mas um impedimento de Barcos foi flagrado pelo auxiliar e o juiz voltou atrás na marcação da penalidade.
O clube mineiro ainda se queixou da expulsão de Dedé devido a um segundo cartão amarelo recebido, na etapa final. Com o resultado, empate por 1 a 1, o time mineiro acabou eliminado da Copa Libertadores, e o Boca Juniors segue na competição, e encara o Palmeiras, na semifinal. Na outra semifinal, Grêmio e River Plate se enfrentam.
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