10/9/2018 09:24
Clube se apoia em mata-matas para explicar rendimento de 42% no pós-Copa
Torneios mata-mata forçam Mano a mesclar jogadores do Cruzeiro no Brasileirão (Vinnicius Silva/Cruzeiro)
Depois de empatar pela terceira vez seguida no Brasileirão, o Cruzeiro já precisa mudar a ficha para o jogo contra o Palmeiras, pela Copa do Brasil. E é justamente essa divisão de atenções que faz com que seu treinador e jogadores minimizem o que time tem feito até principalmente após a Copa do Mundo, período em que entrou em uma grande sequência de jogos importantes. De um lado, continua vivo na Copa do Brasil e Libertadores. De outro, somou apenas 15 pontos (41,6%) dos 36 disputados após o Mundial da Rússia, se distanciando cada vez mais dos líderes do Brasileirão.
O Cruzeiro teve três vitórias, seis empates e três derrotas nos 12 jogos do Brasileirão desde o fim da Copa. A maioria deles poupando alguns ou até quase todos seus titulares. Os 15 pontos somados só são superiores ao desempenho do Corinthians, Chapecoense, Vasco, Sport, Paraná e Botafogo. Se tivesse esse rendimento em todas as rodadas até aqui, os quase 42% de aproveitamento dariam ao clube não mais que uma 11ª colocação.
"Se pudéssemos separar a Copa do Brasil e a Libertadores do Brasileiro, eu diria que isso não está me agradando. Mas eu não posso separar, seis jogadores (titulares) não jogaram. A equipe perde muito quando tem de trocar assim. Mas teremos que fazer isso, senão perderei os jogadores e no terei um time forte nas decisões", comentou o técnico Mano Menezes.
O esquema de rodízio do treinador ficou mais frequente a partir de agosto, mas já era adotado desde o início do Brasileiro. Apesar de sempre figurar perto do G-6, o desempenho celeste antes da Copa foi de apenas 50% de aproveitamento nos primeiros 12 jogos. Equipes como Palmeiras e Grêmio adotaram estratégia parecida. O Flamengo optou por não 'descartar' o Brasileirão, mas já deu sinais de cansaço físico e emocionalmente, além de já ter sido eliminado da Libertadores para o próprio Cruzeiro.
Pelo menos neste mês de setembro, o esquema de rodagem na equipe será mantido. Mesmo que tenha um clássico contra o Atlético-MG na semana que vem, o Cruzeiro estará a apenas três dias do primeiro encontro com o Boca Juniors lá na Argentina pela Libertadores. Pelo menos até o início do mês que vem, as próximas semanas ainda reservarão mais jogos do Brasileiro em meio às partidas de volta nos mata-matas.
"Será que é inteligente da nossa parte jogar tudo isso fora? Não é porque não temos garantia de vitória, mas temos que ter condições de brigar. Se eu não administrar dessa forma, como vamos encarar um jogo desses (contra o Palmeiras)? Tenho que levar em consideração tudo isso que está acontecendo", acrescentou Mano.
Depois de empatar pela terceira vez seguida no Brasileirão, o Cruzeiro já precisa mudar a ficha para o jogo contra o Palmeiras, pela Copa do Brasil. E é justamente essa divisão de atenções que faz com que seu treinador e jogadores minimizem o que time tem feito até principalmente após a Copa do Mundo, período em que entrou em uma grande sequência de jogos importantes. De um lado, continua vivo na Copa do Brasil e Libertadores. De outro, somou apenas 15 pontos (41,6%) dos 36 disputados após o Mundial da Rússia, se distanciando cada vez mais dos líderes do Brasileirão.
O Cruzeiro teve três vitórias, seis empates e três derrotas nos 12 jogos do Brasileirão desde o fim da Copa. A maioria deles poupando alguns ou até quase todos seus titulares. Os 15 pontos somados só são superiores ao desempenho do Corinthians, Chapecoense, Vasco, Sport, Paraná e Botafogo. Se tivesse esse rendimento em todas as rodadas até aqui, os quase 42% de aproveitamento dariam ao clube não mais que uma 11ª colocação.
"Se pudéssemos separar a Copa do Brasil e a Libertadores do Brasileiro, eu diria que isso não está me agradando. Mas eu não posso separar, seis jogadores (titulares) não jogaram. A equipe perde muito quando tem de trocar assim. Mas teremos que fazer isso, senão perderei os jogadores e no terei um time forte nas decisões", comentou o técnico Mano Menezes.
O esquema de rodízio do treinador ficou mais frequente a partir de agosto, mas já era adotado desde o início do Brasileiro. Apesar de sempre figurar perto do G-6, o desempenho celeste antes da Copa foi de apenas 50% de aproveitamento nos primeiros 12 jogos. Equipes como Palmeiras e Grêmio adotaram estratégia parecida. O Flamengo optou por não 'descartar' o Brasileirão, mas já deu sinais de cansaço físico e emocionalmente, além de já ter sido eliminado da Libertadores para o próprio Cruzeiro.
Pelo menos neste mês de setembro, o esquema de rodagem na equipe será mantido. Mesmo que tenha um clássico contra o Atlético-MG na semana que vem, o Cruzeiro estará a apenas três dias do primeiro encontro com o Boca Juniors lá na Argentina pela Libertadores. Pelo menos até o início do mês que vem, as próximas semanas ainda reservarão mais jogos do Brasileiro em meio às partidas de volta nos mata-matas.
"Será que é inteligente da nossa parte jogar tudo isso fora? Não é porque não temos garantia de vitória, mas temos que ter condições de brigar. Se eu não administrar dessa forma, como vamos encarar um jogo desses (contra o Palmeiras)? Tenho que levar em consideração tudo isso que está acontecendo", acrescentou Mano.
2304 visitas - Fonte: UOL
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