2/9/2018 16:10
Muita história e revanches: rivalidade entre Cruzeiro e Inter supera quatro décadas
Uniformes azuis e vermelhos vão se encontrar no Mineirão neste domingo, em jogo que vale reafirmação da Raposa e briga pelo título para o Colorado
Foto: Divulgação/Internet
A cor azul remete tranquilidade e serenidade. Já o vermelho é associado à energia e paixão. Mas, no domingo, às 19h (de Brasília), quando Cruzeiro e Internacional entrarem em campo para a disputa da 22ª rodada do Campeonato Brasileiro, a rivalidade nascida na década de 1970 dará ao estádio uma mistura de vários sentimentos.
O encontro de mineiros é gaúchos começou a ser marcante em 1975. Na final do Brasileiro, o Colorado venceu a Raposa por 1 a 0 na decisão, gol do chileno Figueroa, e foi campeão nacional pela primeira vez.
Primeira revanche
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O troco celeste veio no ano seguinte. Pela Libertadores, os dois times estavam no mesmo grupo, apenas um passava adiante. O Cruzeiro venceu os dois jogos, no Beira-Rio (2 a 0) e no Gigante da Pampulha (5 a 4). Muitos torcedores comentam que este último é o jogo mais emocionante ocorrido na história do Mineirão. O atacante Palhinha esteve em campo nos dois confrontos e sentiu na pele a importância daquela disputa.
- É marcado até hoje. O pessoal não esquece. O jogo do 5 a 4 aqui foi uma coisa. Tomei uma cotovelada no Figueiroa em Porto Alegre. Então, lá no Sul não foi legal. Mas aqui (Mineirão) eu fiz dois gols, estava 3 a 1. O Figueroa veio e dei o troco. Coloquei o cotovelo nele e acabei expulso. Não sabia bater. Depois continuou a chuva de gols até o Cruzeiro fazer 5 a 4. O Joãozinho arrebentou naquele dia - lembrou Palhinha.
Onze anos depois, o Inter voltou ao Mineirão para uma partida eliminatória da Copa União. Com gol de Amarildo, os gaúchos eliminaram o Cruzeiro da semifinal. Porém, na decisão, acabaram sem a taça, pois foram derrotados pelo Flamengo.
Lá e cá
Houve mais um hiato em disputas quentes para Cruzeiro e Inter. Entretanto, no ano 2000, na Copa João Havelange, os clubes se reencontraram. A vitória por 3 a 2 em Belo Horizonte fez com que a Raposa eliminasse o Colorado nas quartas de final. Na semifinal, a Raposa parou no Vasco.
Pontos corridos
Na história recente, o duelo pelo Brasileiro de pontos corridos, já em 2014, colocou mais pimenta na rivalidade do clássico de cores fortes e distintas. Na ocasião, o Cruzeiro era o líder e recebia o vice em casa. A vitória por 2 a 1 fez com que a Raposa abrisse nove pontos na liderança. No fim, o clube azul confirmou o título nacional.
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Agora, em 2018, a situação é diferente. O Inter briga pelo título com São Paulo e Flamengo. Já o Cruzeiro faz campanha mediana, pois divide atenções com Libertadores e Copa do Brasil. O partida é vista como jogo-chave para as pretensões do Colorado em se manter entre os primeiros e da Raposa, que pretende uma arrancada no Nacional.
A cor azul remete tranquilidade e serenidade. Já o vermelho é associado à energia e paixão. Mas, no domingo, às 19h (de Brasília), quando Cruzeiro e Internacional entrarem em campo para a disputa da 22ª rodada do Campeonato Brasileiro, a rivalidade nascida na década de 1970 dará ao estádio uma mistura de vários sentimentos.
O encontro de mineiros é gaúchos começou a ser marcante em 1975. Na final do Brasileiro, o Colorado venceu a Raposa por 1 a 0 na decisão, gol do chileno Figueroa, e foi campeão nacional pela primeira vez.
Primeira revanche
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O troco celeste veio no ano seguinte. Pela Libertadores, os dois times estavam no mesmo grupo, apenas um passava adiante. O Cruzeiro venceu os dois jogos, no Beira-Rio (2 a 0) e no Gigante da Pampulha (5 a 4). Muitos torcedores comentam que este último é o jogo mais emocionante ocorrido na história do Mineirão. O atacante Palhinha esteve em campo nos dois confrontos e sentiu na pele a importância daquela disputa.
- É marcado até hoje. O pessoal não esquece. O jogo do 5 a 4 aqui foi uma coisa. Tomei uma cotovelada no Figueiroa em Porto Alegre. Então, lá no Sul não foi legal. Mas aqui (Mineirão) eu fiz dois gols, estava 3 a 1. O Figueroa veio e dei o troco. Coloquei o cotovelo nele e acabei expulso. Não sabia bater. Depois continuou a chuva de gols até o Cruzeiro fazer 5 a 4. O Joãozinho arrebentou naquele dia - lembrou Palhinha.
Onze anos depois, o Inter voltou ao Mineirão para uma partida eliminatória da Copa União. Com gol de Amarildo, os gaúchos eliminaram o Cruzeiro da semifinal. Porém, na decisão, acabaram sem a taça, pois foram derrotados pelo Flamengo.
Lá e cá
Houve mais um hiato em disputas quentes para Cruzeiro e Inter. Entretanto, no ano 2000, na Copa João Havelange, os clubes se reencontraram. A vitória por 3 a 2 em Belo Horizonte fez com que a Raposa eliminasse o Colorado nas quartas de final. Na semifinal, a Raposa parou no Vasco.
Pontos corridos
Na história recente, o duelo pelo Brasileiro de pontos corridos, já em 2014, colocou mais pimenta na rivalidade do clássico de cores fortes e distintas. Na ocasião, o Cruzeiro era o líder e recebia o vice em casa. A vitória por 2 a 1 fez com que a Raposa abrisse nove pontos na liderança. No fim, o clube azul confirmou o título nacional.
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Agora, em 2018, a situação é diferente. O Inter briga pelo título com São Paulo e Flamengo. Já o Cruzeiro faz campanha mediana, pois divide atenções com Libertadores e Copa do Brasil. O partida é vista como jogo-chave para as pretensões do Colorado em se manter entre os primeiros e da Raposa, que pretende uma arrancada no Nacional.
2961 visitas - Fonte: globoesporte.com
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