31/12/2017 09:39
Cruzeiro elege Libertadores como prioridade e busca lições para buscar o tricampeonato
Clube aposta num grupo experiente na luta por mais um título no torneio
Já conhecendo desde 20 de dezembro dois dos adversários na fase de grupos da Copa Libertadores, além dos concorrentes a terceiro rival no Grupo 5, o Cruzeiro se planeja para brigar pelo tricampeonato na competição, enquanto mira os outros desafios de 2018. Mesmo sob nova administração, o clube precisa tirar lições das duas últimas participações, nas quais, ainda que em cenários distintos, amargou desfecho idêntico: a eliminação nas quartas de final para times argentinos que terminariam campeões.
Em 2014, a equipe era praticamente a mesma que havia encantado o Brasil em 2013 com a conquista do Campeonato Brasileiro, com 11 pontos a mais que o vice-campeão. Porém, nem com o goleiro Fábio, o zagueiro Dedé e os armadores Éverton Ribeiro em grande fase conseguiu se impor.
O time se classificou às oitavas de final em segundo lugar no Grupo 5, com 10 pontos, um a menos que o Defensor-URU. As maiores surpresas na fase classificatória foram a derrota por 2 a 1 para o Real Garcilaso-PER, na estreia em Huancayo, e o empate por 2 a 2 com os uruguaios, em pleno Mineirão, diante de quase 40 mil torcedores.
Depois de passar pelo Cerro Porteño-PAR com empate em casa (1 a 1) e vitória em Assunção (2 a 0), a Raposa chegou bem às quartas de final, especialmente após ter batido o Atlético na final do Campeonato Mineiro. Porém, perdeu por 1 a 0 para o San Lorenzo, em Buenos Aires, e não passou de 1 a 1 no Mineirão, para decepção dos cruzeirenses.
No ano seguinte, o Cruzeiro novamente chegou à Libertadores por ter sido campeão brasileiro, desta vez com 10 pontos de vantagem. No entanto, houve verdadeiro desmanche do grupo, que perdeu jogadores importantes, como o lateral-esquerdo Egídio, os volantes Nílton e Lucas Silva e os craques Éverton Ribeiro e Ricardo Goulart.
Para o lugar deles chegaram atletas promissores, como os armadores De Arrascaeta e Gabriel Xavier e o atacante Joel, e houve apostas em figuras rodadas, como os atacantes Leandro Damião e Henrique Dourado e o volante Willians.
Ainda que o técnico Marcelo Oliveira tenha sido mantido, o time não se encaixou. Embora tenha se classificado em primeiro no Grupo 3, com 11 pontos, só foi vencer na terceira rodada, ao fazer 2 a 0 no Mineros-VEN, em Puerto Ordaz, depois de empatar sem gols com o Universitario-BOL, em Sucre, e com o Huracán-ARG, no Mineirão.
Para passar das oitavas de final, na qual enfrentou o São Paulo, teve de recorrer à disputa de pênaltis, após derrota fora e vitória em casa, ambas por 1 a 0. Nas penalidades, brilhou, como quase sempre, a competência de Fábio, que defendeu as cobranças de Luís Fabiano e Lucão, além de contar com chute de Souza para fora.
Diante do River Plate, o começo não poderia ter sido melhor: 1 a 0 em Buenos Aires, gol de Marquinhos, e vantagem de decidir a vaga em casa jogando até pelo empate. Mas tudo saiu errado e os argentinos venceram por 3 a 0 no jogo de volta, para desespero dos cerca de 55 mil cruzeirenses que lotaram o Gigante da Pampulha.
REMANESCENTES
Do grupo atual, estiveram nas duas últimas participações do Cruzeiro na Libertadores jogadores como Fábio, o zagueiro Manoel, o volante Henrique e o armador Alisson. Com a chegada do atacante Fred e de outros reforços, como o volante Bruno Silva e o lateral-direito Edílson (campeão da Libertadores com o Grêmio neste ano), a esperança da torcida é de que o time esteja bem melhor preparado para ir mais longe na competição, a prioridade inicial de 2018 para a Raposa.
Memória
Mirem -se no exemplo
Os anos de 1976, do primeiro título, e 1997, do bicampeonato, são emblemáticos para o Cruzeiro na Libertadores. O troféu inicial foi garantido numa decisão envolvendo três confrontos com o River Plate: 4 a 1 para a Raposa no Mineirão, 2 a 1 para os argentinos em Buenos Aires e 3 a 2 para o time celeste no Estádio Nacional de Santiago. O bi veio com um empate por 0 a 0 com o peruano Sporting Cristal em Lima e vitória por 1 a 0 no Gigante da Pampulha.
Os adversários
Racing-ARG
Universidad de Chile
A definir
A estreia
Racing x Cruzeiro,
27 de fevereiro, na Argentina
Em 2014, a equipe era praticamente a mesma que havia encantado o Brasil em 2013 com a conquista do Campeonato Brasileiro, com 11 pontos a mais que o vice-campeão. Porém, nem com o goleiro Fábio, o zagueiro Dedé e os armadores Éverton Ribeiro em grande fase conseguiu se impor.
O time se classificou às oitavas de final em segundo lugar no Grupo 5, com 10 pontos, um a menos que o Defensor-URU. As maiores surpresas na fase classificatória foram a derrota por 2 a 1 para o Real Garcilaso-PER, na estreia em Huancayo, e o empate por 2 a 2 com os uruguaios, em pleno Mineirão, diante de quase 40 mil torcedores.
Depois de passar pelo Cerro Porteño-PAR com empate em casa (1 a 1) e vitória em Assunção (2 a 0), a Raposa chegou bem às quartas de final, especialmente após ter batido o Atlético na final do Campeonato Mineiro. Porém, perdeu por 1 a 0 para o San Lorenzo, em Buenos Aires, e não passou de 1 a 1 no Mineirão, para decepção dos cruzeirenses.
No ano seguinte, o Cruzeiro novamente chegou à Libertadores por ter sido campeão brasileiro, desta vez com 10 pontos de vantagem. No entanto, houve verdadeiro desmanche do grupo, que perdeu jogadores importantes, como o lateral-esquerdo Egídio, os volantes Nílton e Lucas Silva e os craques Éverton Ribeiro e Ricardo Goulart.
Para o lugar deles chegaram atletas promissores, como os armadores De Arrascaeta e Gabriel Xavier e o atacante Joel, e houve apostas em figuras rodadas, como os atacantes Leandro Damião e Henrique Dourado e o volante Willians.
Ainda que o técnico Marcelo Oliveira tenha sido mantido, o time não se encaixou. Embora tenha se classificado em primeiro no Grupo 3, com 11 pontos, só foi vencer na terceira rodada, ao fazer 2 a 0 no Mineros-VEN, em Puerto Ordaz, depois de empatar sem gols com o Universitario-BOL, em Sucre, e com o Huracán-ARG, no Mineirão.
Para passar das oitavas de final, na qual enfrentou o São Paulo, teve de recorrer à disputa de pênaltis, após derrota fora e vitória em casa, ambas por 1 a 0. Nas penalidades, brilhou, como quase sempre, a competência de Fábio, que defendeu as cobranças de Luís Fabiano e Lucão, além de contar com chute de Souza para fora.
Diante do River Plate, o começo não poderia ter sido melhor: 1 a 0 em Buenos Aires, gol de Marquinhos, e vantagem de decidir a vaga em casa jogando até pelo empate. Mas tudo saiu errado e os argentinos venceram por 3 a 0 no jogo de volta, para desespero dos cerca de 55 mil cruzeirenses que lotaram o Gigante da Pampulha.
REMANESCENTES
Do grupo atual, estiveram nas duas últimas participações do Cruzeiro na Libertadores jogadores como Fábio, o zagueiro Manoel, o volante Henrique e o armador Alisson. Com a chegada do atacante Fred e de outros reforços, como o volante Bruno Silva e o lateral-direito Edílson (campeão da Libertadores com o Grêmio neste ano), a esperança da torcida é de que o time esteja bem melhor preparado para ir mais longe na competição, a prioridade inicial de 2018 para a Raposa.
Memória
Mirem -se no exemplo
Os anos de 1976, do primeiro título, e 1997, do bicampeonato, são emblemáticos para o Cruzeiro na Libertadores. O troféu inicial foi garantido numa decisão envolvendo três confrontos com o River Plate: 4 a 1 para a Raposa no Mineirão, 2 a 1 para os argentinos em Buenos Aires e 3 a 2 para o time celeste no Estádio Nacional de Santiago. O bi veio com um empate por 0 a 0 com o peruano Sporting Cristal em Lima e vitória por 1 a 0 no Gigante da Pampulha.
Os adversários
Racing-ARG
Universidad de Chile
A definir
A estreia
Racing x Cruzeiro,
27 de fevereiro, na Argentina
1584 visitas - Fonte: Super Esportes
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tá certo querer a libertadores, mas não pode deixar de lado a copa do Brasil não, pois o campeão da copa do Brasil vai arrecadar mais de 60 milhões,e a libertadores não dá isso não, e não pode deixar de lado o brasileiro não poriço vai precisar de jogadores como o Sassá que decid !!!
tá certo quere a libertadores,mas não pode deixar a copa do Brasil de lado não, pois sabemos que o campeão da copa do Brasil tem mais 60 milhões a libertadores não dá isso não,e tem o brasileiro que não pode ser deixado de lado também não,poriço e bom ficar com o Sassá, vamos precisar de jogadores que decid como ele ,
vai priorizar a libertadores e agora cadê o sassa para jogar o brasileiro vamos para segunda divisão
fica Sassa não vai não manda o Rafael sobis e Rafael sobis eles que têm que ir embora
VOCÊ QUE ESTÁ CANSADO DE TER POUCA PROGRAMAÇÃO DE TVV ASSSINATURA E NÃO CONCORDA COM OS VALORES COBRADOS<br />FAÇO LIBERAÇÃO E DIMINUÍMOS O VALOR DA CONTA<br />PARA TODO BRASIL<br />WHATZSAP 11 958694345
precisa negociar melhor valorizar o quer tem.