9/12/2017 15:09
Coluna: O maior desafio do Sada/Cruzeiro no Mundial
POR DANIEL BORTOLETTO
Atual bicampeão e dono de três títulos mundiais na história, o Sada/Cruzeiro começará, na terça-feira, na Polônia, a mais difícil das participações na competição.
O principal motivo de tratar a 13ª edição do Campeonato Mundial de Clubes desta forma não é o enfraquecimento celeste, mas sim é o “inchaço” de times europeus na disputa.
Serão quatro participantes do Velho Continente entre os oito: Lube Civitanova (ITA), Zaksa Kedzierzyn-Kozle (POL), Skra Belchatow (POL) e Zenit Kazan (RUS). Em 2015 e 2016, edições vencidas pelos cruzeirenses, apenas um europeu disputou o torneio. Em 2013, ano da primeira conquista mineira, dois dos oito eram da Europa.
A participação em menor número dos europeus não diminui um milésimo do mérito da equipe comandada por Marcelo Mendez nos últimos anos. O Sada/Cruzeiro soma dois triunfos sobre o Zenit Kazan, com parte da seleção russa e reforçados por craques mundiais do quilate de Leon e Matt Anderson. Parada duríssima para qualquer equipe do planeta. Em 2013 e 2016 o Trentino, a maior campeão da história do Mundial (4 canecos), também estava entre os participantes.
O primeiro desafio do Cruzeiro será sair entre os dois primeiros do Grupo A, que conta ainda com Lube Civitanova, Zaksa Kedzierzyn-Kozle e os iranianos do Sarmayeh Bank, do Irã. O time italiano, primeiro colocado na liga local após 11 rodadas, conta com uma constelação internacional de respeito: os americanos Sander e Christenson, o francês Grebennikov, o búlgaro Sokolov, o sérvio Stankovic, além do cubano naturalizado italiano Juantorena. O Zaksa, time de casa, possui bons valores locais, casos de Bieniek, Buszek e Zatorski, além de nomes “gringos” de segundo nível: o francês Toniutti, o belga Deroo e porto-riquenho Torres. Não à toa também lidera a forte Liga Polonesa, com 13 vitórias e nenhuma derrota.
Um verdadeiro grupo da morte, com os líderes de três das cinco ligas nacionais do planeta. Saindo vivo da primeira fase, o Sada/Cruzeiro deverá encarar Zenit e Belchatow. Outras duas pedreiras praticamente do mesmo nível de Civitanova e Zaksa.
Acostumado a ganhar quase tudo em sua vitoriosa trajetória, o Sada/Cruzeiro terá um verdadeiro teste de fogo na Polônia até o dia 17.
O principal motivo de tratar a 13ª edição do Campeonato Mundial de Clubes desta forma não é o enfraquecimento celeste, mas sim é o “inchaço” de times europeus na disputa.
Serão quatro participantes do Velho Continente entre os oito: Lube Civitanova (ITA), Zaksa Kedzierzyn-Kozle (POL), Skra Belchatow (POL) e Zenit Kazan (RUS). Em 2015 e 2016, edições vencidas pelos cruzeirenses, apenas um europeu disputou o torneio. Em 2013, ano da primeira conquista mineira, dois dos oito eram da Europa.
A participação em menor número dos europeus não diminui um milésimo do mérito da equipe comandada por Marcelo Mendez nos últimos anos. O Sada/Cruzeiro soma dois triunfos sobre o Zenit Kazan, com parte da seleção russa e reforçados por craques mundiais do quilate de Leon e Matt Anderson. Parada duríssima para qualquer equipe do planeta. Em 2013 e 2016 o Trentino, a maior campeão da história do Mundial (4 canecos), também estava entre os participantes.
O primeiro desafio do Cruzeiro será sair entre os dois primeiros do Grupo A, que conta ainda com Lube Civitanova, Zaksa Kedzierzyn-Kozle e os iranianos do Sarmayeh Bank, do Irã. O time italiano, primeiro colocado na liga local após 11 rodadas, conta com uma constelação internacional de respeito: os americanos Sander e Christenson, o francês Grebennikov, o búlgaro Sokolov, o sérvio Stankovic, além do cubano naturalizado italiano Juantorena. O Zaksa, time de casa, possui bons valores locais, casos de Bieniek, Buszek e Zatorski, além de nomes “gringos” de segundo nível: o francês Toniutti, o belga Deroo e porto-riquenho Torres. Não à toa também lidera a forte Liga Polonesa, com 13 vitórias e nenhuma derrota.
Um verdadeiro grupo da morte, com os líderes de três das cinco ligas nacionais do planeta. Saindo vivo da primeira fase, o Sada/Cruzeiro deverá encarar Zenit e Belchatow. Outras duas pedreiras praticamente do mesmo nível de Civitanova e Zaksa.
Acostumado a ganhar quase tudo em sua vitoriosa trajetória, o Sada/Cruzeiro terá um verdadeiro teste de fogo na Polônia até o dia 17.
1020 visitas - Fonte: LANCE!Net
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