22/11/2017 09:38
Por descuido da diretoria, Cruzeiro fatura menos do que poderia com Diogo Barbosa
Lateral esquerdo Diogo Barbosa vai defender o Palmeiras a partir de 2018 (Foto: Washington Alves/Divulgação)
A saída do lateral-esquerdo, Diogo Barbosa, poderia ter sido evitada pelo Cruzeiro ou, pelo menos, de forma mais lucrativa para a Raposa. Isso por causa de uma cláusula no contrato.
A Gazeta Esportiva apurou que o Cruzeiro poderia exercer o direito de compra do jogador quando ele fizesse 30 jogos. O jogador fez mais de 60, mas a Raposa não fez valer o contrato.
Se fosse cumprir o que está escrito no papel, a Raposa compraria mais 25% do jogador, ficando com 50%, mas teria os direitos do atleta para definir sobre o seu futuro em caso de uma boa proposta. Diante disso, se quisesse ter o jogador para a Copa Libertadores poderia, mas, também, se encontrasse uma proposta agradável fazer a venda.
Como não o fez, a diretoria celeste viu o Palmeiras enviar uma proposta para o Coimbra, clube que trabalha com uma empresa privada e era dona dos direitos do jogador. Também por contrato, a Raposa teria até 48 horas para cobrir a proposta, algo que não foi possível.
Com pouco dinheiro em caixa, o Cruzeiro viu uma das principais estrelas da agremiação, responsável diretamente pelo título da Copa do Brasil, deixar Belo Horizonte para São Paulo e reforçar um concorrente na Copa Libertadores e outras competições.
O que poderia ser 50% ficou apenas em 25% e o time celeste pegou sua parte em seu 1/4 do jogador, levando 1,5 milhões de euros, cerca de R$ 5,8 milhões, dinheiro que será usado para pagar compromissos, como salários atrasados e 13º.
A saída do lateral-esquerdo, Diogo Barbosa, poderia ter sido evitada pelo Cruzeiro ou, pelo menos, de forma mais lucrativa para a Raposa. Isso por causa de uma cláusula no contrato.
A Gazeta Esportiva apurou que o Cruzeiro poderia exercer o direito de compra do jogador quando ele fizesse 30 jogos. O jogador fez mais de 60, mas a Raposa não fez valer o contrato.
Se fosse cumprir o que está escrito no papel, a Raposa compraria mais 25% do jogador, ficando com 50%, mas teria os direitos do atleta para definir sobre o seu futuro em caso de uma boa proposta. Diante disso, se quisesse ter o jogador para a Copa Libertadores poderia, mas, também, se encontrasse uma proposta agradável fazer a venda.
Como não o fez, a diretoria celeste viu o Palmeiras enviar uma proposta para o Coimbra, clube que trabalha com uma empresa privada e era dona dos direitos do jogador. Também por contrato, a Raposa teria até 48 horas para cobrir a proposta, algo que não foi possível.
Com pouco dinheiro em caixa, o Cruzeiro viu uma das principais estrelas da agremiação, responsável diretamente pelo título da Copa do Brasil, deixar Belo Horizonte para São Paulo e reforçar um concorrente na Copa Libertadores e outras competições.
O que poderia ser 50% ficou apenas em 25% e o time celeste pegou sua parte em seu 1/4 do jogador, levando 1,5 milhões de euros, cerca de R$ 5,8 milhões, dinheiro que será usado para pagar compromissos, como salários atrasados e 13º.
5217 visitas - Fonte: Gazeta Esportiva
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Onde está o departamento jurídico do Cruzeiro. Simplesmente vergonhoso !!!!
Agora não podemos chorar o leite derramado<br />
Isso é porque a mula velha, se diz advogado. Imaginem se não fose São todos um bando de incompetentes.
quando vc tem uma mula velha e ignorante igual esse presidente fica difícil as coisas ser bem feitas.