26/12/2016 14:11
Gilvan comenta relação do Cruzeiro com a Minas Arena e sonho de gramado sintético no Mineirão
Presidente disparou contra concessionária e deixou ideia para próximo gestor celeste
Tiago Mattar /Superesportes
Em entrevista coletiva concedida na última semana, quando prometeu um reforço “de peso” ao torcedor do Cruzeiro, admitiu erros em sua gestão e fez uma série de ponderações sobre a temporada do time, o presidente Gilvan de Pinho Tavares também comentou sobre a relação com a Minas Arena, concessionária responsável pela administração do Mineirão. “Eles têm desrespeitado muito o contrato”, disparou o mandatário, antes de revelar o sonho de colocar grama sintética no Gigante da Pampulha.
“Fizemos muita coisa para acertar com o Mineirão. O negócio que fizemos com a empresa que administra o Mineirão era para gastar o menos possível. O que discutimos é isso, a questão financeira do estádio. Como só o Cruzeiro tem utilizado o Mineirão frequentemente, a receita deixa de ser a prevista. Eles têm desrespeitado muito o contrato. O estádio foi feito para o futebol e, se tiver jogo do Cruzeiro programado, eles não podem fazer shows”, reclamou.
Sobre a mudança do gramado, Gilvan lembrou o exemplo do Atlético-PR, que aderiu ao estilo sintético em 2016. O presidente cruzeirense disse que o Furacão tem levado muita vantagem desde que investiu na reestruturação da Arena da Baixada. “Eles gastaram uma fortuna na manutenção do gramado. Gastavam cerca de 180 mil a 200 mil reais por mês. A solução foi colocar um gramado sintético lá, mas independentemente disso, ele já pagou o custo da grama sintética. Só quem nunca jogou nas duas camas é que não vê diferença. A bola quica mais, corre mais, você apanha da bola em algumas jogadas. Além disso, mostraram um grande time. Eles foram beneficiados pelo gramado muitas vezes”, disse.
Desde 2015, andava pensando e pensei em fazer uma parceria com o Mineirão, colocar no estádio o gramado sintético. Para colocar os dois gramados na Toca da Raposa II e no Mineirão. Quem joga e treina na grama sintética, não apanha da bola. Não pude fazer isso, mas deixo essa ideia para o futuro presidente do Cruzeiro fazer”, complementou.
O Superesportes não conseguiu contato com a comunicação da Minas Arena para comentar as declarações de Gilvan de Pinho Tavares.
Em entrevista coletiva concedida na última semana, quando prometeu um reforço “de peso” ao torcedor do Cruzeiro, admitiu erros em sua gestão e fez uma série de ponderações sobre a temporada do time, o presidente Gilvan de Pinho Tavares também comentou sobre a relação com a Minas Arena, concessionária responsável pela administração do Mineirão. “Eles têm desrespeitado muito o contrato”, disparou o mandatário, antes de revelar o sonho de colocar grama sintética no Gigante da Pampulha.
“Fizemos muita coisa para acertar com o Mineirão. O negócio que fizemos com a empresa que administra o Mineirão era para gastar o menos possível. O que discutimos é isso, a questão financeira do estádio. Como só o Cruzeiro tem utilizado o Mineirão frequentemente, a receita deixa de ser a prevista. Eles têm desrespeitado muito o contrato. O estádio foi feito para o futebol e, se tiver jogo do Cruzeiro programado, eles não podem fazer shows”, reclamou.
Sobre a mudança do gramado, Gilvan lembrou o exemplo do Atlético-PR, que aderiu ao estilo sintético em 2016. O presidente cruzeirense disse que o Furacão tem levado muita vantagem desde que investiu na reestruturação da Arena da Baixada. “Eles gastaram uma fortuna na manutenção do gramado. Gastavam cerca de 180 mil a 200 mil reais por mês. A solução foi colocar um gramado sintético lá, mas independentemente disso, ele já pagou o custo da grama sintética. Só quem nunca jogou nas duas camas é que não vê diferença. A bola quica mais, corre mais, você apanha da bola em algumas jogadas. Além disso, mostraram um grande time. Eles foram beneficiados pelo gramado muitas vezes”, disse.
Desde 2015, andava pensando e pensei em fazer uma parceria com o Mineirão, colocar no estádio o gramado sintético. Para colocar os dois gramados na Toca da Raposa II e no Mineirão. Quem joga e treina na grama sintética, não apanha da bola. Não pude fazer isso, mas deixo essa ideia para o futuro presidente do Cruzeiro fazer”, complementou.
O Superesportes não conseguiu contato com a comunicação da Minas Arena para comentar as declarações de Gilvan de Pinho Tavares.
8292 visitas - Fonte: Super Esportes
Leia também
- Em Minas, Cruzeiro ajusta a defesa e busca reencontro com a vitória contra o Remo
- Cássio destaca relação familiar e compromisso de Pedro Lourenço com o futuro do Cruzeiro
- Aporte de 32 milhões do Governo de Minas garante alívio financeiro
- R$ 32 milhões em patrocínios: Minas Gerais fortalece Cruzeiro e Atlético-MG após restrição das apostas
- R$ 32 milhões em patrocínios: Minas Gerais apoia clubes após fim das apostas e busca alternativas financeiras








